• Ceclin
mai 10, 2018 0 Comentário


Waldemar Borges questiona falta de atendimento médico em hospital de Gravatá

REPÚDIO – “Essa jovem senhora ficou do lado de fora se contorcendo de dores sob olhar indiferente daqueles que deveriam atendê-la”. Foto: Roberto Soares

REPÚDIO – “Essa jovem senhora ficou do lado de fora se contorcendo de dores sob olhar indiferente daqueles que deveriam atendê-la”. Foto: Roberto Soares

Caso de mulher que teria ficado sem atendimento no Hospital Municipal Doutor Paulo da Veiga Pessoa, em Gravatá (Agreste), ganhou repercussão no discurso do deputado Waldemar Borges (PSB). O parlamentar usou a tribuna no Pequeno Expediente dessa quarta (09/5) para manifestar repúdio contra a falha da unidade de saúde e a postura do prefeito do Município na ocasião.

De acordo com o socialista, o hospital encontra-se “desmantelado, desaparelhado e sem condições de cumprir minimamente sua função”. “Essa jovem senhora ficou do lado de fora se contorcendo de dores sob olhar indiferente daqueles que deveriam atendê-la”, contou. “O fato causou grande repercussão na cidade e deixou a população revoltada.”

Borges ainda comentou a reação do prefeito de Gravatá, Joaquim Neto, diante da situação. “À guisa de se justificar, afirmou em entrevista numa rádio que aquela mulher era prostituta e vinha de outra cidade. Fosse ela o que fosse, teria direito a um tratamento digno e ao respeito das autoridades”, observou. Para ele, a forma de fazer frente às dificuldades enfrentadas por unidades de saúde não deve ser a adoção de “argumentos desumanos e preconceituosos”.

Terceirização – Em referência aos representantes do Sindicato e da Associação dos Servidores do Departamento de Trânsito de Pernambuco (ASD-PE e Sindetran-PE) presentes nas galerias do Plenário, o deputado manifestou preocupação com processos de terceirização. “Não sou ideologicamente contra, mas me preocupa qualquer medida que signifique perda de qualidade, aumento de preço e falta de controle social sobre o serviço prestado”, concluiu.