Ceclin
jul 08, 2021 0 Comentário


Vereadores de Gravatá cobram a ARPE redução da taxa de esgoto cobrada pela COMPESA

Oito vereadores de Gravatá apresentaram formalmente pedido de isenção e ou redução da taxa de saneamento cobrada pela Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA). O pleito foi dirigido ao presidente da Agência Reguladora de Pernambuco (ARPE), Severino Otávio, “Branquinho”, que se comprometeu a abrir um procedimento administrativo para analisar os critérios que foram estabelecidos para a cobrança da taxa e se o tributo está dentro da legalidade prevista em Lei.

O presidente da Câmara Municipal de Gravatá, Léo do AR (PSDB) e demais vereadores, estiveram na manhã desta quinta-feira (08.7) na sede da ARPE em Recife para tratar sobre o valor cobrado pela COMPESA diante do serviço de esgotamento sanitário no Município. Ele esteve acompanhado dos vereadores Tadeuzinho (PSB), Bruno Sales (PSDB), Gil Dantas (PSDB), Adeildo do Abacaxi (MDB), Nino da Gaiola (PP) e Tonho da Rodoviária (PTB). “Estamos do lado do povo! A Câmara foi provocada pela população e aqui estamos fazendo o nosso trabalho de fiscalizador. O povo pediu explicações e os vereadores que aqui estão todos à favor da população”, disse Léo do AR, que também é presidente da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP).

A taxa de saneamento vem sendo cobrada sob 100% do valor do abastecimento d’água.

ENTENDA –  Vereadores de Gravatá acionam para que baixa renda não pague taxa de esgoto

Antes, porém, quem também esteve na ARPE foi o vereador Cabritinha (PSB) na última segunda-feira (05.7), cobrando a mesma pauta dos seus demais colegas do Legislativo. O parlamentar de Gravatá estava acompanhado do deputado estadual Waldemar Borges (PSB), o secretário de Infraestrutura, Mobilidade e Controle Urbano de Gravatá, Ricardo Malta, e o assessor Genival Félix, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

Ato de Manifesto

Moradores revoltados com a cobrança da taxa de esgoto na fatura da COMPESA estão se mobilizando para esta sexta-feira (09.7) promoverem um ato de manifesto pacífico no Centro de Gravatá. Um processo de ação popular deverá ser encaminhado ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e ao Poder Judiciário, juntamente com Abaixo-Assinados.

com informações do Pernambuco Notícias