• Ceclin
jun 03, 2019 0 Comentário


Todos os esforços se voltam, agora, para a greve geral de 14 de junho, convoca SINDSEP-PE

Tsunami da Educação

Depois de duas grandes manifestações históricas em defesa da educação – 15 e 30 de maio -, que somaram juntas mais de 3 milhões de pessoas nas ruas, o próximo passo é parar o Brasil no dia 14 de junho, em uma grande greve geral. Todos os esforços agora estão voltados para a preparação desta atividade, um protesto nacional contra todos os desmandos do governo Bolsonaro e para impedir que a reforma da Previdência seja votada no Congresso Nacional.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, na tentativa de esvaziar a greve, quer acelerar a tramitação da proposta da reforma da Previdência -PEC 06 – e revelou o desejo de votar a matéria em plenário antes do dia 15. Quinta-feira passada, dia 30, encerrou o prazo para apresentação de emendas à proposta na Comissão Especial da Câmara que analisa o mérito da PEC. Foram quase 300 emendas apresentadas e a previsão é que a comissão vote o relatório final no início de junho.

Se o governo e os deputados têm pressa, a classe trabalhadora também tem. É preciso garantir o sucesso da greve para barrar a reforma da Previdência, que tem como objetivo acabar com a aposentadoria dos trabalhadores. “Se a reforma for aprovada, os brasileiros não terão mais direito a uma aposentadoria digna e estarão fadados a trabalhar até morrer. Vamos parar esse País no dia 14 de junho, assim como fizeram nossos vizinhos argentinos, e mostrar para esse desgoverno que não vamos aceitar mais retirada de direitos. É preciso dar um basta a tudo de ruim que representa esse governo Bolsonaro. Somos nós, a força motriz desse País, que vamos fazer isso”, salienta o coordenador geral do Sindsep-PE, José Carlos Oliveira, que convocou os servidores federais a aderirem à paralisação do dia 14.

Sindicato dos Servidores Públicos Federais de Pernambuco – SINDSEP-PE