Ceclin
mar 01, 2015 0 Comentário


Sociedade civil defende Constituinte Exclusiva para a Reforma Política

Os dois principais grupos atuantes na luta são a Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas e o Comitê pela Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político

TV JC recebe Eduardo Mara, do Comitê pela Constituinte Exclusiva Imagem/TV JC

TV JC recebe Eduardo Mara, do Comitê pela Constituinte Exclusiva
Imagem/TV JC

Enquanto a recém-criada Comissão Especial de Reforma Política debate, na Câmara dos Deputados, a PEC 352/2013, entidades da sociedade civil organizada militam por outro entendimento da mesma reforma. Os dois principais grupos atuantes na luta são a Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas e o Comitê pela Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político. Em 2014, ambos uniram esforços e conseguiram mais de 7 milhões de assinaturas a favor de uma Constituinte Exclusiva para a reforma política.

Formada por mais de cem entidades, como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Coalizão defende quatro propostas prioritárias: o fim do financiamento privado de campanha, eleições proporcionais em dois turnos, aumento da participação da mulher na política e maior participação popular em decisões nacionais. O bloco se diz contrário à PEC 352, cujas mudanças considera um “verdadeiro retrocesso”.

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