Segundo o relator da proposta, senador Expedito Júnior (PR-RO), existem atualmente no Brasil 2,5 milhões de motoboys e mototaxistas que trabalham na informalidade por falta de regulamentação dessas profissões.”Agora vamos ter regras claras”, comemorou Expedito Júnior.
Pelo projeto, caberá às Câmaras de Vereadores definirem em cada município regras específicas, como se poderá haver ou não mototáxi para transporte de passageiros.
A proposta prevê que o motoqueiro só ficará habilitado para exercer as profissões de motoboy, mototaxista e motofrete depois de aprovados em curso do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). O Contran ficará encarregado de definir as punições para os profissionais que descumprirem a nova lei.







