Ceclin
abr 16, 2020 0 Comentário


Prefeito de Moreno reduz seu próprio salário, do vice, secretários e cargos de chefia

prefeito do Moreno, Vavá Rufino

Blog do Jamildo

O prefeito do Moreno, Vavá Rufino (PTB), publicou no Diário Oficial do Município, o Decreto nº 032 que reduz o seu próprio salário, do vice prefeito e secretários em 20%, chefe de gabinete, superintendentes e assessores em 15% e gerentes em 10%.

De acordo com a gestão, as medidas adotadas vão gerar uma economia de R$ 65 mil que serão investidos no combate ao Coronavírus.

O gestor também tomou outras medidas como a suspensão da verba compensatória para uso de veículo próprio de secretários e superintendentes.

Com o tombo no ICMS, na arrecadação dos Estados, os prefeitos do Estado já se se apressam para tentar ajustar suas contas na mesma velocidade.

A primeira prefeita a anunciar o corte de salários dos secretários e do seu próprio em 30% foi a prefeita Ana Célia Farias, de Surubim, por meio de um vídeo. Ela disse que o momento é grave e precisa de resposta urgente. O corte dos secretários é de 10%. A prefeita disse que os recursos vão ser direcionados para ações sociais para as pessoas mais vulneráveis no Município.

Os cortes começam em abril e valem por 90 dias.

Na Região Metropolitana do Recife, a prefeita de Ipojuca, Célia Sales, seguiu o exemplo. A cidade vive do Turismo e do comércio, mas estão passando dificuldades por conta da epidemia do Coronavírus. Célia Sales disse que será de 30% o corte no próprio salário. Vice-prefeita, secretários e alguns cargos comissionados terão redução de 10%.

O valor bruto do subsídio da prefeita é R$ 19 mil, da vice-prefeita R$ 9.500, os secretários do Ipojuca recebem R$ 14.500 e os demais cargos comissionados que sofrerão a redução são os que recebem entre R$ 12 mil a R$ 3.076. De acordo com a gestão, alterando o salário dela e de parte da sua equipe de governo até que esta crise termine, o montante que será economizado, a partir de abril, com a decisão da prefeita é de R$ 672.282,15 por mês.

“É preciso que a Assembleia aprove o decreto de calamidade para que a gente consiga fazer este corte e poder usar este recurso em prol de milhares de pessoas”, explicou Célia Sales.