Ceclin
dez 13, 2017 0 Comentário


Polícia divulga balanço de prisões de 39 suspeitos em Gravatá

Foram seis meses de investigações no Agreste. Foto: Reprodução

Foram seis meses de investigações no Agreste. Foto: Reprodução

Um total de 56 pessoas foram presas nas operações realizadas em Gravatá, Cupira e Caruaru 

A Polícia Civil deflagrou três operações nesta quarta-feira (13/12), no Agreste de Pernambuco. As operações Serra Segura, Tocandira, e uma outra que cumpria um mandado de busca e apreensão, visam diminuir o índice de violência nas cidades de Cupira, Caruaru e Gravatá. Foram seis meses de trabalho, que envolveram investigações tradicionais e de inteligência.

De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Civil, foram presas 56 pessoas que estariam envolvidas em roubos, homicídios e tráfico de drogas. Com os suspeitos, foram apreendidos sete revólveres calibre 38, três pistolas, duas espingardas, 53 munições, oito veículos, 21 celulares e uma carga de cigarros roubados. Além dos objetos, a polícia também apreendeu 1 kg de crack, meio quilo de cocaína e 7 kg de maconha prensada. Em Gravatá, , 39 pessoas já haviam sido presas e conduzidas nesta manhã para o plantão da 62ª DEPOL local.

Detalhes das operações
A operação Serra Segura é a 51ª de Repressão Qualificada este ano. A ação visava desarticular uma quadrilha que atuava na cidade de Gravatá e estava envolvida em roubos, homicídios e tráfico de drogas.

A investigação da operação está por conta da Delegacia de Polícia de Gravatá junto com a Diretoria de Inteligência (Dintel) da Polícia Civil da Zona da Mata. Em torno de 120 policiais civis, além de 20 policiais militares, estão fazendo parte da execução dos trabalhos.

Na operação Tocandira, o foco estava nas cidades de Cupira e Caruaru. A intuito era desarticular uma organização criminosa voltada para roubo de veículos, tráfico de drogas, porte e comércio ilegal de armas, adulteração de identificadores de veículos e homicídios.

Foram presos 18 suspeitos. Outros dois, que fariam parte da quadrilha, morreram por brigas entre facções durante as investigações. A organização ainda atuava nas cidades de Agrestina e Lagoa dos Gatos.

A operação é a 52ª do ano, e a investigação está sendo realizada pela Divisão de Homicídios do Agreste junto com o Dintel da Polícia Civil, também do agreste. 90 agentes foram declarados para o trabalho de investigação.

Os dois grupos, tanto o da operação Serra Segura, quanto o da Tocandira, são reconhecidos por extrema violência em seus roubos. A Polícia acredita que com a desarticulação das quadrilhas o índice de violência caia no Agreste pernambucano.