Ceclin
jan 13, 2021 0 Comentário


Ouvidor do Escritório Vitoriense da Cidadania entrega relatório a Prefeitura e Câmara de Vitória

Um dos municípios de maior importância na História do Brasil, berço da nacionalidade, Vitória de Santo Antão foi símbolo do desenvolvimento e pioneirismo pernambucano, nos anos 60. Uma cidade que abriga um povo guerreiro e criativo, mas que há mais de 50 anos vem sendo administrada por políticos que buscam apenas a satisfação dos seus desejos pessoais e esquecem de desenvolvê-la social e economicamente.

Perdemos indústrias, lojas fecharam, a agricultura foi esquecida, a saúde sucateada, a educação parou no tempo, os jovens sem esperança, a cidade funcionando da pior forma possível e sem nenhuma vida cultural.

Mudar significa lutar contra esse quadro que se arrasta até os dias atuais, buscar parcerias com os Governos Estadual e Federal, incentivar a instalação de novas indústrias, ativar o comércio, recuperar a autoestima do nosso povo, melhorar e ampliar os serviços de saúde, educação e conservação da cidade.

Vitória de Santo Antão até então vinha sido administrada por um prefeito tradicional, cheio de compromissos políticos e viciado com a mesmice. Necessitamos sim, de um prefeito que gerencia o nosso Município com muita criatividade, uma equipe séria que trabalhe pelo desenvolvimento social e econômico da nossa querida terra.

O ouvidor Wilson Brito do Escritório Vitoriense da Cidadania e Direitos Humanos, representando a Dra. Josineide Adriana, presidente da entidade, protocolou junto ao prefeito Paulo Roberto (MDB), o Vice Prof. Edmo Neves (PTB), e o Vereador André de Bau (PSD), presidente da Câmara de Vereadores, o Relatório dos serviços desde 2016, prestados a grande Vitória de Santo Antão e Região, no enfrentamento às violações de direitos contra pessoas idosas e com deficiência.

A entidade quer ampliar sua Ouvidoria e fazer parceria com o Governo Municipal, tendo em vista que fechou parcerias com a OAB-PE, Governo do Estado (Secretaria de Justiça e Direitos Humanos) Ministério Público Estadual, Poder Judiciário, Conselho Federal de Juízes de Paz Eclesiásticos, Comissão Permanente da Cidadania.

No relatório consta que o percentual de denúncias de violações de direitos em 1º lugar, cita as empresas de ônibus urbanos; em 2º lugar as Agências Bancárias e Casas Lotéricas e em 3º lugar, abandono dos idosos, pelos familiares.

As empresas de ônibus segundo o relatório, foram denunciadas ao Ministério Público (MPPE), em virtude de algumas delas operarem na clandestinidade, sem acessibilidade, sem padronização, sem acessibilidade para os cadeirantes, inclusive com alguns profissionais do volante sem possuir CNH (Carteira Nacional de Habilitação), ferindo frontalmente a legislação vigente, bem como a legislação de trânsito.

Todavia, 80% da frota fez as adaptações (cadeira padronizadas adesivos, etc), proporcionou um tratamento humanizado às pessoas vulneráveis e aos demais usuários.

A presidente do Escritório Vitoriense da Cidadania e Direitos Humanos, Dra. Josineide pretende fazer parceria com o Ministério da Mulher da Família e Direitos Humanos, informar a população que utilize o “Disk 100” para denúncias, através da mídia e dos meios de comunicação.

A Dra. Eustelle Lemos da ONG vitoriense NÃO A CORRUPÇÃO, aceitou convite para participar na área não-governamental da Comissão Permanente da Cidadania. A referida Comissão é constituída por vitorienses de vários segmentos, em sua maioria profissionais de ensino superior, evangélicos de várias denominações, da Igreja Católica, e patriotas verde e amarelo de ambos os sexos.

Toda denúncia será apurada com todas as cautelas para não se cometer injustiças. A Ouvidoria em Vitória de Santo Antão atenderá as denúncias das cidades próximas do nosso entorno.

O Conselho Nacional de Direitos das Pessoas com Deficiência – CONADE, recomenda aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios a fiscalização de empresas concessionárias de transportes coletivos para atender a legislação de acessibilidade em pareceria com as Secretarias Municipais de Transportes, Ministério Público, Conselhos e Sociedade Civil.

da Assessoria do Escritório Vitoriense da Cidadania e Direitos Humanos