Ceclin
Maio 06, 2008 1 Comentário


MPPE e TCE se reúnem para reforçar Operação Eleições

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e o Tribunal de Contas do Estado (TCE) se reuniram na manhã desta terça-feira (6) para mais uma reunião sobre a Operação Eleições 2008. Promotores e auditores do TCE do Recife e de 26 cidades da Região Metropolitana e da Zona da Mata vão acertar os detalhes da atuação conjunta, que tem como objetivo evitar o uso da máquina e do dinheiro público para fins eleitoreiros. A reunião aconteceu no auditório do prédio da Inspetoria Metropolitana Norte e Sul do Tribunal de Contas no Recife, na Avenida Joaquim Nabuco.
Este é o segundo encontro entre MPPE e TCE, outras oito reuniões semelhantes ainda irão acontecer até o mês de junho em várias partes do Estado. A idéia é colocar promotores e inspetores em contato direto para que as formas de atuação conjunta sejam definidas levando em conta as situações específicas de cada região e município.
A primeira reunião aconteceu no ultimo dia 30 em Caruaru e reuniu promotores de 22 cidades do Agreste. A chefia da parceria pelo MPPE é do coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Patrimônio Público, Eduardo Cajueiro. Ele estará presente às reuniões, assim como a coordenadora de Controle Externo do TCE, Luciene Cartaxo.
Praticipam da reunião as promotorias das cidades de Camaragibe, Cabo de Santo Agostinho, Escada, Glória de Goitá, Ipojuca, Jaboatão dos Guararapes, Moreno, Palmares, São Lourenço da Mata, Vitória de Santo Antão, Abreu e Lima, Aliança, Araçoiaba, Carpina, Condado, Goiana, Igarassu, Itamaracá, Itambé, Itapissuma, Itaquitinga, Nazaré da Mata, Olinda, Paudalho, Paulista e Tracunhaém.
PARCERIA – A Operação Eleições ocorreu pela primeira vez no ano 2000 e, desde então, a parceria entre MPPE e TCE vem sendo renovada a cada pleito. O trabalho conjunto permite que possíveis irregularidades na aplicação do dinheiro público seja identificado com mais rapidez. Entre as irregularidades mais constatadas em anos anteriores estão obras pagas e não realizadas, aplicação indevida de recursos públicos, pagamento de despesas sem a documentação necessária (empenho, recibo e notas fiscais) e despesas não autorizadas por Lei. (JC On line).