• Ceclin
mai 27, 2010 2 Comentários


Mano Holanda "lava a alma" no A VOZ DA VITÓRIA desta quinta-feira

Escute a entrevista:

O Programa A VOZ DA VITÓRIA transmitido pela Rádio Tabocas FM (98,5), em Vitória de Santo Antão, de segunda a sexta das 06 às 08h da manhã, contou com a participação por telefone nesta quinta-feira (27) do Presidente da Câmara de Vereadores da Vitória de Santo Antão,

Mano Holanda (PMDB).

Iniciando a entrevista o apresentador Lissandro Nascimento mencionou quanto a polêmica criada em torno da licitação da reforma da Casa Diogo de Braga, e que agora a Mesa Diretora da Câmara foi autorizada pelo Tribunal de Contas a fazer a reforma do prédio que contará com a construção de um anexo.

Mano Holanda garantiu aos ouvintes que esta conquista trata-se da conquista de todos os vereadores que querem o crescimento e o fortalecimento do Poder Legislativo, frisando que a quantidade de vereadores que querem o contrário é diminuto.
“O que está acontecendo em Vitória não é uma acoplação ao atual prédio. É a construção de um anexo ao antigo prédio que contará com uma boa estrutura, o qual fará com que cada cidadão vitoriense possa se orgulhar”, garantiu.

O apresentador Lissandro Nascimento comentou que a licitação para a execução desta obra foi ganha pela Construtora Metropolitana LTDA, e indagou quanto ao valor da obra prevista em R$ 881.000 Reais. “Esse valor era a planilha de custo inicial. Porém, a Construtora que ganhou para executar a obra fechou um pacote no valor de R$ 731.000 Reais. Eu me revolto, por que existe um vereador que se diz voltado a defender os interesses da população e falava que era quase um milhão de Reais”, afirmou Mano se referindo ao vereador Sylvio Gouveia (PSB) em entrevista cedida A VOZ DA VITÓRIA no dia 11 de fevereiro deste ano (Confira Sylvio Gouveia afirma que a gestão de Mano não é t… ).

“A população da Vitória de Santo Antão precisa saber que a obra da Câmara Municipal de Vereadores é a metade do preço de todas as obras comparadas a qualquer obra, pois vamos fazer por cada 1 m² o valor de R$ 851,00 Reais. Uma coisa barata, dentro dos padrões normais. Vamos chamar toda a imprensa para que possa acompanhar esse trabalho. Ainda essa semana nós enviamos um ofício para o Presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), através do Dr. Fernando, para que ele possa designar um Auditor Técnico de Engenharia a fim de acompanhar desde a demolição até a entrega da chave do prédio erguido”, ressaltou Mano Holanda.

Rebatendo as acusações feitas pelo Vereador Sylvio Gouveia neste Blog, Mano Holanda não perdoou e foi para a ofensiva: “Eu me recordo que em fevereiro deste ano você convidou um vereador da Casa Diogo de Braga, Dr. Sylvio Gouveia, para falar de Carnaval. Já que ele é presidente do Clube Carnavalesco o Leão. Um Clube que não sai com tanta freqüência no Carnaval, mas esse ano saiu”, ironizou Mano.

Mano Holanda afirmou em sua entrevista que Sylvio Gouveia usou de má fé e tentou distorcer os fatos quando ele afirmou que o Presidente da Câmara deveria fazer uma reforma para dezenove vereadores, em virtude da PEC que aumentará o número de vagas no País.
“Pois a Câmara futura, Lissandro, de acordo com esta PEC poderá vir a ter até dezenove vereadores. Não diz que serão 19. E quem definirá quantos vereadores a Casa terá, será o próprio Plenário desta Câmara,” explicou.

Mencionou que esta obra terá um alcance que atenderá as necessidades de cada mandato e o bom atendimento das comunidades: “A Câmara de Vereadores que está sendo construída em Vitória não será uma Câmara só para os vereadores, mais para o funcionário público e toda a população,” prometeu.

Adiante acusado por Sylvio de que sua gestão não era transparente Mano afirmou: “Somos onze vereadores trabalhando, você tira o presidente e este vereador rancoroso, então ficam nove, e por que só esse vereador me acusa de falta de transparência. Pois quando meu projeto estava na Mesa todos os parlamentares tinham acesso, e viram o projeto e ficaram conscientes disso. Este problema se arrasta a muito tempo contra mim. Talvez ele sonhou em ser Presidente mas nunca foi, e eu fui. Pois quando se trata de transparência eu poderia esconder todo o projeto do Tribunal de Contas, aí sim todos seriam sabedores do que acontece na Casa Diogo de Braga”, rebateu.

Reeleito mês passado para mais um mandato de dois anos à frente da Câmara, Mano Holanda lembrou uma atitude que considera arrogante por parte de seu crítico colega. “O problema é que essas pessoas estão acostumadas com a Justiça, toda hora procurando o Poder Judiciário. Então eu cito três grandes ações que colocaram contra a pessoa do presidente. Uma ação criminal arquivada no dia 15 de dezembro por falta de conscistência no que falaram; a segunda ação de improbidade administrativa promovida pelos procuradores também foi julgada e está arquivada e resolvida; e a terceira existiu um certame para escolha da empresa que poderia fazer a construção as quais poderiam esclarecer como fazer. Havia começo, meio e fim de uma construção, pois esse vereador fez de tudo para não realizarmos com essa finalidade. Até papel de oficial de justiça ele fez, me mandando intimar”, salientou Mano.

Sob as acusações de que Mano iria destruir o prédio histórico tombado da Câmara com essa reforma, o Presidente da Câmara de Vitória foi categórico:
“Sylvio Gouveia também disse que eu iria modificar a estrutura do casarão antigo, que é tombado, um belo casarão. Ele esqueceu que ninguém preservou tanto os prédios e casarões antigos aqui dentro de Vitória de Santo Antão quanto minha família. Há mais de doze anos minha mãe reforma o prédio na Rua João Cleofas de Oliveira, fazendo com as mesmas características do século XVIII. Então nós provamos que temos a preocupação em preservar com as características do casarão e vamos obedecer todos os critérios de sua antiguidade. Temos que falar a verdade somente a verdade. Tudo que realizei na Câmara é conquista de todos os vereadores. Todos os erros eu assumo e não culpo nenhuma gestão, pois o que faço hoje é para o bem de nossos filhos e de nossos netos,” finalizou.

por Equipe de Produção.