Ceclin
nov 23, 2017 0 Comentário


Luciene Freitas e Carlos Freire agora são oficialmente cidadãos vitorienses

escritora vitoriense Luciene Freitas, e o empresário Carlos Freire

A escritora vitoriense Luciene Freitas e o empresário do setor gráfico Carlos dos Santos Freire já são personalidades presentes na Terra das Tabocas, porém nasceram em outras cidades apesar de atestarmos o quão ambos são enraizados no cotidiano da Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata pernambucana. Para endossar este primoroso vínculo dos dois com a cidade eles receberam o título honorífico de Cidadão Vitoriense, por meio de Projeto de Lei aprovado pela Câmara de Vereadores, sob autoria de André de Bau (PSD).

As outorgas foram entregues durante recente solenidade no Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão (IHGV), quando se comemorou os 67 anos do Museu local, em razão dos homenageados integrarem a instituição, festa que foi conduzida pelo vice-presidente do Instituto Professor Hiram Gomes, acompanhado pelo presidente da Câmara – Novo da Banca, o vice-prefeito Saulo Albuquerque, demais autoridades e convidados.

Maria Luciene de Freitas e Silva, na Literatura, se divide entre a poesia e a prosa, abordando conto, crônica, romance, parábolas, pesquisa e aforismo. Tem trabalhos publicados em jornais e revistas de Portugal, Argentina e Itália. “Vitória de Santo Antão é o maior palco da minha história, terra que me acolhe há 57 anos. Testemunha de dores e alegrias. Hoje, filhos desta cidade resolveram me fazer feliz com o título de Cidadã Vitoriense”, discursou ao receber o título.

Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão (IHGV), quando se comemorou os 67 anos do Museu local

Aniversário do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória pelos 67 anos do Museu local. Fotos: A Voz da Vitória

Consciência Negra 

O Instituto Histórico promove no próximo dia 28 de novembro, às 19h, uma palestra sobre a “Lei 10.639/03 e sua importância para a Educação das Relações Étnico-raciais”, sob a orientação de Kabengele Munanga, antropólogo e professor brasileiro-congolês. Ele é especialista em antropologia da população afro-brasileira, atentando-se a questão do racismo na sociedade brasileira. A atividade compõe o roteiro da V Semana da Consciência Negra do Instituto que abre nesta sexta-feira (24/11).

CONFIRA PROGRAMAÇÃO

24/11 (sex), às 19h – Palestra com Adalberto Cândido – filho do líder negro da Revolta da Chibata – João Cândido (homenageado do evento).

Tema: História, Tradição e Memória como forma de resistência na diversidade étnica e cultural no Brasil atual.

26/11 (dom), às 17h – Sessão do Cineclube Avalovara, com exibição dos curtas-metragens “DEUS” (Vinícius Silva, 2016) e “NADA” (Gabriel Martins, 2017), e debate pós-filme.

27/11 (seg), às 19h – Mesa redonda com os mestres Amâncio, Queixada e Courisco.

Tema: A Capoeira como instrumento de inclusão escolar e cidadania.

28/11 (ter), às 19h – Palestra com o antropólogo congolês Kabengele Munanga.

Tema: Estratégias e políticas de discriminação racial na educação brasileira, desafios e perspectivas da Lei 10.639/03, 14 anos depois.

29/11 (qua), às 19h – Palestra com o líder quilombola José Carlos, da comunidade de Castainho – Garanhuns.

Tema: Comunidades Quilombolas em Pernambuco – Memória e Resistência no século XXI.