• Ceclin
ago 21, 2017 0 Comentário


Livro “Apelidos Vitorienses” segue em defesa dos costumes populares

Livro Apelidos Vitorienses segue em defesa dos costumes populares

Por Lissandro Nascimento 

A obra literária que registra diversas personalidades da Vitória de Santo Antão, na Mata Sul pernambucana, as quais são mais conhecidas pela alcunha do que pelo próprio nome teve sua segunda edição lançada na última sexta-feira (18/8), no Vitória Park Shopping.

Precisamente 25 figuras contam com seus registros literários a partir do livro “Apelidos Vitorienses”, do empresário, compositor, carnavalesco, blogueiro e escritor Cristiano de Melo Vasconcelos Barros, conhecido popularmente por “Pilako”. O evento, novamente bastante prestigiado por pessoas de diversos segmentos políticos, sociais e culturais, atesta o esforço e prestígio do autor do livro que fez questão de frisar de que “o desafio é lançar livro numa cidade que não tem uma livraria!”.

Livro Apelidos VitoriensesFui novamente incumbido pela condução e apresentação do evento, com as presenças da AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência – através do diretor Serafim Lemos, do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória – presidente Prof. Pedro Humberto Ferrer, bem como o encarregado pela apresentação e do prefácio do livro – o Advogado Jairo Vieira Medeiros que destacou em cinco páginas da obra a essência do legado humano que reúne suas mais variadas formas de relação social e acúmulo de sua experiência cotidiana.

Nesse segundo volume se retrata mais 25 figuras e seus respectivos apelidos, a saber: Babai Engraxate, Novo da Banca, Pea Preta, Branca, Gongué, Veio Eletricista ou Véio da Prefeitura, Brother (Blogueiro), Bambam Água, Zé Ribeiro, Regis do Amendoim, Val, Pirraia do Feijão, Pituca, Júnior Facada, Pezão, Moreno, João Potó, Touro, Lino, Eraldo Boy, Cocota, Castanha, Miro da Cachorra, Nininho, Neném da Joelma.

“O papel de quem escreve, entre outros, é salvaguardar a memória. Hoje, através dos dois volumes do nosso livro, de certa forma, já imortalizamos cinquenta conterrâneos, que são mais conhecidos na cidade pelo apelido de que o próprio nome. O registro das gravações em vídeos no Youtube, acessados através do QR CODE, é algo fantástico e inovador que somamos à obra”, salientou Pilako.

Por sua vez, Pedro Ferrer fez questão de mencionar o importante legado para a memória histórica de Vitória do livro sequenciado de Pilako. Para o presidente do Museu da cidade, o livro é sim um registro literário “pois retrata os hábitos, costumes e lembranças da atual época”, frisou.

Animado com o êxito de ter virado escritor, Cristiano Pilako adiantou no evento que já tem “desenhado na cabeça” a confecção do terceiro volume. “Agradeço, mais uma vez, do fundo meu coração, a todos aqueles que compareceram a este evento festivo de lançamento do nosso segundo livro. A presença de todos vocês é a certeza de que podemos vencer os desafios e continuar ‘apelibiografando’ mais vitorienses”, ressaltou.

segundo volume se retrata mais 25 figuras