Ceclin
fev 23, 2013 1 Comentário


Imip cobra mais esclarecimentos

Jornal do Commercio

Diante da informação de que Ângela Maria da Silva, 27 anos, acusada de subtrair uma recém-nascida da mãe em Chã de Alegria, teria circulado vários dias pelo Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip) com uma pulseira de acompanhante, a instituição divulgou nota, ontem, afirmando que a forma pela qual ela alega ter adquirido a pulseira é um caso para a polícia esclarecer.

“As intenções de Ângela Maria da Silva ao se infiltrar no Imip deverão ser também alvo de investigação policial”, complementa a nota. Diz ainda que “acompanhantes de doentes têm o direito assegurado de circular e visitar usuários internados” e informa não haver nenhum registro de Ângela no Imip. Também dá detalhes da segurança e funcionamento do complexo de dez prédios, informando que ele “possui 89 seguranças e 32 câmeras de monitoramento”, recebe em média 16 mil pessoas por dia e oferece duas mil refeições para acompanhantes.

Conforme declarações de Maria Creusa da Silva, 47, avó materna de Geovana Milena, a recém nascida subtraída, a acusada circulava há vários dias na instituição com a pulseira, dormia no chão da enfermaria da pediatria, tomava banho e se alimentava no refeitório local. Há muitos anos, Ângela foi vizinha de Creusa, em São Lourenço da Mata. Quando a encontrou no Imip se aproximou dizendo estar grávida e acompanhando uma irmã internada na UTI. Depois pediu para descansar em sua casa, levou a criança, e desapareceu por quatro dias.