Ceclin
dez 21, 2011 0 Comentário


Galpão das Artes de Limoeiro ganha um ponto de memória

Galpão das Artes de Limoeiro ganha um ponto de memória pelo IBRAM e Ministério da Cultura 

No Brasil existem apenas 12 PONTOS DE MEMÓRIA. O Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM anunciou a criação de mais 48 PONTOS DE MEMÓRIA pra todo território nacional. Desses, cinco são em Pernambuco. E desses cinco, um foi pra LIMOEIRO, para o Pontinho de Cultura Galpão das Artes.

Para atender os diferentes grupos sociais do Brasil que não tiveram a oportunidade de narrar e expor suas próprias histórias, memórias e patrimônios nos museus, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), em parceria com o Programa Mais Cultura e Cultura Viva, do Ministério da Cultura, com o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci/Ministério da Justiça) e com a Organização dos Estados Ibero–americanos (OEI), apóia ações de memória em comunidades populares das cinco regiões do país, por meio do Programa Pontos de Memória.

Os PONTOS DE MEMÓRIA têm por concepção reconstruir e fortalecer a memória social e coletiva de comunidades, a partir do cidadão e de suas origens, histórias e valores. Com metodologia participativa e dialógica, trabalham a memória de forma viva e dinâmica, como ferramenta de transformação social.

Em estágio pleno de desenvolvimento, os PONTOS DE MEMÓRIA são capazes de promover a melhoria da qualidade de vida da população e fortalecer as tradições locais e os laços de pertencimento, além de impulsionar o turismo e a economia local, contribuindo positivamente na redução da pobreza e violência.

Também são considerados espaços de referências nos territórios, por estarem associados a locais de riqueza histórica e cultural. Além disso, os Pontos valorizam o protagonismo popular e concebem o museu como instrumento de mudança social e desenvolvimento sustentável. Ademais, entendem a memória como resultado de interações sociais e processos comunicacionais, os quais elegem aspectos do passado de acordo com as identidades e interesses dos componentes do grupo. Ainda por considerarem o patrimônio cultural como um processo social afirmativo de identidade coletiva e cidadania.

 Com Informações da Assessoria