Ceclin
jan 28, 2011 1 Comentário


Eduardo Campos vai à Gravatá no dia 8 de fevereiro assinar ordem de serviço do Parque



O governador Eduardo Campos (PSB) agendou visita a Gravatá no próximo dia 8 de fevereiro para assinar a ordem de serviço que dará início a construção do Parque da Cidade, o mega projeto de instalação de um parque metropolitano, numa área de 7,5 hectares do antigo Campo de Aviação, no valor de R$ 4 milhões liberados pelo Ministério do Turismo/Governo Federal, e a participação do Governo do Estado que já licitou a obra. O projeto é da Prefeitura de Gravatá.
O dia promete ser de muita festa em Gravatá, o que vai motivar a população a ìr as ruas, diante da polêmica que se estabeleceu na cidade, com relação nome do logradouro público a ser construido.
O projeto de construir um parque existe há mais de 20 anos. Ele tomou forma no final da década de 90, quando uma equipe formada pelo então prefeito Silas Salgado, elaborou o primeiro projeto de construção de um parque ecológico, que logo tomou a forma da Lei, através de projeto votado na Câmara dos Vereadores e logo transformado em Lei Municipal nª 2775, que denominou ao local, no dia 27 de novembro de 1999, o nome do Monsehor, ex-vigário da cidade e ex-prefeito do município, falecido em 28 de dezembro de 1998, Paulo Cremildo Batista de Oliveira.

POLEMICA

Recentemente, a Câmara Municipal de Gravatá aprovou projeto de lei do vereador Paulo Apolinário da Silva Junior – o presidente da Câmara Junior de Paulo (PRP) – colocando o nome do seu pai, o felecido Paulo Apolinário da Silva – O Paulo da Casa de Farinha, para denominar o Parque da Cidade.
Este fato gerou uma grande polêmica no seio da população que quer saber qual o nome verdadeiro do Parque da Cidade: Monsenhor Cremildo ou Paulo da Casa de Farinha ?
A colocação do nome do pai do ex-vereador dependende ainda da lei ser sancionada pelo prefeito Ozano Brito (PSDB). Se o prefeito negar, o projeto de Lei volta para ser votado novamente na Câmara para ser aprovado, ou não. A Câmara dos Vereadores tem poderes constitucionais de aprovar uma lei, mesmo que o executivo se negue a sancioná-la.

O projeto de Lei que indica o nome de Paulo da Casa de Farinha foi aprovado em duas votações. A primeira por unanimidade. A segunda votação por 8 X 2.