Ceclin
dez 28, 2015 0 Comentário


Durante protesto, Prefeitura de Vitória assegura convocar concursados

Protesto concursados PMV - AVV Imagem

Aprovados no último Concurso Público da Prefeitura da Vitória de Santo Antão, Zona da Mata, fizeram um protesto na manhã desta segunda-feira (28/12), defronte ao prédio do Executivo, cobrando um cronograma de nomeações dos 571 classificados. Cansados diante de tantas informações desencontradas, eles exigem que o Prefeito Elias Lira (PSD), cumpra a nomeação imediata conforme determina o Edital, evitando que se priorize a nomeação de contratados em detrimento dos mesmos. O Concurso foi homologado no último dia 14 de agosto (Confira AQUI) e de setembro até hoje, as informações eram de que as convocações ocorreriam neste mês de Dezembro.

Apesar do prazo de validade ser de dois anos para convocar os classificados, os manifestantes questionaram as 2.244 contratações feitas em 2015 pela Prefeitura de Vitória. Desde a última semana, cerca de 115 concursados estão sendo convocados por email para nomeação neste final de ano, contudo, apenas a função de Professor foi contemplada. Destes 115 chamados, há um número mínimo de convocados, sobretudo nas áreas de Fundamental I e II, em disciplinas básicas, e apenas 01 auxiliar de biblioteca, os quais foram notificados e não há prazo para os demais. Eles também denunciam que está havendo desvio de função no serviço público, na medida em que alguns vigilantes exercem a atual Guarda Municipal.

Ozias PMV

Durante o protesto, o Secretário de Governo da Prefeitura, Ozias Valentim, falou pessoalmente com os manifestantes na portaria do Poder Executivo e declarou “que não tem porque não chamarmos os concursados”. Ozias tranquilizou os manifestantes assegurando que todos os aprovados no último Concurso serão convocados. “O Poder Executivo pretende começar as nomeações a partir do início deste mês de janeiro 2016”, adiantou.

Os manifestantes prometeram voltar e também aguardam uma posição do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), diante da denúncia que o grupo fez junto ao órgão.