• Ceclin
dez 17, 2008 3 Comentários


Denúncia de manipulação, direção do SINDVISA nega

Chapa 02 cobra transparência
Em Ofício enviado nesta quarta-feira (17) para a 2ª Promotoria de Justiça Cível da Comarca da Vitória de Santo Antão, os integrantes da Chapa 2 “União e força para mudar” que concorre a eleição da direção do SINDVISA (Sindicato dos Servidores Municipais da Vitória de Santo Antão), solicitou a Promotora de Justiça, Dra. Maria Amélia, a intervenção da CUT no processo eleitoral que ocorrerá no dia 19 de dezembro (próxima sexta-feira), das 8h às 17h.

Segundo os integrantes da Chapa de oposição à atual direção, a solicitação foi feita em virtude da falta de transparência com o processo eleitoral. A Chapa reclamante está acusando a Chapa 01 de negligenciar o processo de eleição e ainda de se negar a prestar qualquer informação inerente ao processo de escolha da nova gestão do Sindicato que engloba todos os servidores da Prefeitura, inclusive os professores.

“A comissão eleitoral constituída vem sendo desrespeitada desde o começo pois não tiveram acesso a documentos necessários para os encaminhamentos básicos das eleições: – acesso a lista de filiados, roteiro das urnas, material para eleição etc. – quando é perguntado a resposta é única, ‘já estão prontos e nenhuma informação é oferecida além disso’ ”, transcreveram na denúncia.
Devido ao interesse de filiar o Sindicato à CUT, bem como em virtude do que vem ocorrendo, há um receio de boicote à eleição, por esta razão o Prof. Zé Maria (candidato a presidente) acredita que o apoio da entidade nacional é essencial para que o processo transcorra de maneira tranqüila e democrática.

Chapa 01 diz que há omissão por parte da oposição.

Atual Diretoria nega as acusações

Procurado pelo Blog o presidente Djair Ferreira, juntamente com as professoras Abigail e Roseane, esclareceu que o Regimento Interno da Eleição foi subscrito pelas duas Chapas que indicaram a Srta. Darllyanne pela Chapa 01, e o Sr. Iran pela Chapa 02 – que acabou substituído pelo Prof. Enedino. Dos quais, estão responsáveis pela condução do processo eleitoral.

Eles alegam que a Chapa opositora tem se negado a participar e promover a reunião do Eleitoral. Eles negam que estejam escondendo informações e ou documentos. “Não cabe a atual diretoria do Sindvisa encaminhar, decidir, entregar papéis ou intervir na Comissão Eleitoral. Eles nos vêm com questionamentos de modo equivocado. Nós não iremos atropelar a Comissão Eleitoral”, afirmou Djair.
Segundo relatam, as Mesas Apuradoras e seus respectivos presidentes e Mesários já estão definidos nas 07 (sete) urnas que receberão o sufrágio de cerca de 430 filiados ao Sindicato aptos a votar (duas urnas fixas e cinco volantes. As fixas ficarão na sede do Sindvisa no Bairro Novo e a outra no hall da Prefeitura local). Com a garantia da participação dos fiscais das duas Chapas. “Toda documentação solicitada por eles já estão disponíveis na sede do Sindicato. Inclusive a relação atualizada que foi devidamente fechada hoje (17)”, garantiram a atual direção.
Eles lembraram que não há data determinada no Regimento Interno Eleitoral para a entrega da documentação as Chapas. A apuração dos votos se dará no término da eleição na sede do Sindicato.
Com relação a exigência de que a CUT (Central Única dos Trabalhadores) deva acompanhar o processo eleitoral: “Não há necessidade disso. Estamos devidamente documentados, seguindo a determinação do Regimento. Queremos transparência e todos, inclusive os fiscais deles (oposição) deverão acompanhar. Não vemos razão em chamar a CUT”, ressaltou o atual presidente.

por Lissandro Nascimento,
com Orlando Leite.