• Ceclin
jan 15, 2020 0 Comentário


Conselho de Odontologia flagra dois casos de exercício ilegal da profissão em Vitória de Santo Antão

Estabelecimentos foram interditados pelo CRO-PE e denunciados à Vigilância Sanitária. Foto: CRO-PE

Estabelecimentos foram interditados pelo CRO-PE e denunciados à Vigilância Sanitária. Foto: CRO-PE

JC Online

O Conselho Regional de Odontologia de Pernambuco (CRO-PE) recebeu denúncias de dois casos de exercício ilegal da profissão em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata do Estado, na manhã da última terça-feira (14/01). A Polícia foi até os locais denunciados e flagrou o atendimento odontológico sendo realizado por pessoas não habilitadas, em dois laboratórios irregulares de prótese dental. Além disso, nenhum dos dois estabelecimentos apresentava inscrição no CRO-PE nem documentação da Vigilância Sanitária.

Os dois estabelecimentos foram interditados eticamente pela fiscalização do Conselho até que se regularizem junto Regional, apresentando Responsável Técnico. O CRO-PE também encaminhará a denúncia à Vigilância Sanitária.

Pacientes a espera de atendimento e placa de divulgação de atendimento em domicílio foram encontrados nos locais. Uma pessoa sem inscrição no Conselho e outra exercendo função que excedia seu registro também foram flagradas e levadas pelos policiais à Delegacia de Vitória de Santo Antão para prestar depoimento. Ambos os acusados responderão a processo criminal e o profissional registrado que estava exercendo atividade que excedia o seu registro poderá sofrer sanções administrativas junto ao Conselho.

Denúncias 
O Conselho Regional de Odontologia de Pernambuco reforça que denúncias devem ser feitas pelos canais oficiais da Fiscalização, com informações como endereço completo, nome do(a) acusado(a), frequência dos horários de atendimentos para ajudar na apuração.

“A maior preocupação do Conselho com estas ações é a de proteger a sociedade dos riscos envolvidos em atendimentos odontológicos sem acompanhamento de profissional qualificado. Tal prática pode levar a diversos problemas de saúde bucal, desde o acúmulo de placa bacteriana, passando pela mobilidade dos dentes, podendo chegar até a perda destes. O que vai interferir não só na estética, mas também na fonação e mastigação, causando, assim, danos à saúde geral do paciente”, explicou o chefe da fiscalização.

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