• Ceclin
out 17, 2008 8 Comentários


Centro comercial sobrecarregado pede soluções urgentes

Promessa vazia: organização da Feira e do Centro só no discurso de várias gestões.

O direito de ir e vir do cidadão é garantido pela Declaração dos Direitos Universais, mas exercer esse direito aqui em Vitória de Sto. Antão é praticamente impossível devido ao número de barracas e buracos existentes no passeio público de nossa cidade, sobretudo no centro comercial.
Pensando nessa problemática o Programa A VOZ DA VITÓRIA através de sua Mesa Redonda desta sexta-feira (17), sempre no início da tarde, iniciou um debate perguntando ao povo nas ruas:
“Se essa calçada fosse sua, o que você faria?”.

A resposta da maioria foi que em primeiro lugar retiraria todos os ambulantes das calçadas colocando-os em lugar apropriado para que estes pudessem trabalhar com segurança, ganhando o seu sustento em paz. Acompanhado de reclamação da falta de manutenção do passeio público, principalmente no que diz respeito à garantia do direito de pessoas deficientes puderem utilizar os mesmos sem correr riscos, permitindo sua acessibilidade. Somaram-se as reclamações de pedestres que afirmaram com relação aos donos de lojas no centro da cidade usarem as calçadas como vitrine a fim de expor seus produtos, deixando apenas a rua como opção de locomoção. Permitindo que a população sofra riscos de acidentes com motos e automóveis.

Um dos taxistas da Av. Mariana Amália chegou a dizer: “Eu já perdi a conta das pessoas que foram atropeladas nesta esquina por não ter calçada para andar. O problema é que a feira cresceu e está invadindo tudo por aqui, o trânsito na sexta-feira e no sábado vira um inferno, sem falar na falta de higiene dessa loucura toda”, desabafou.
No estúdio da Tabocas FM (98.5) este debate foi comandado por Lissandro Nascimento, que contou com a participação de Helder Sóstenes (Diretor do jornal Correio do Interior). Ele falou que havia uma antiga proposta elaborada por Engenheiros e Arquitetos do Município no sentido de melhorar as condições de espaço urbano no centro comercial vitoriense. “Agora é preciso entender que deva haver vontade política dos gestores públicos, consolidar a parceria com os envolvidos do comércio formal e informal e a comunidade, no sentido de melhorar o acesso da população, o trânsito e a organização da feira livre no centro da cidade”, ressaltou Hélder. Para Lissandro, após receber diversas sugestões dos ouvintes pontuou: “É preciso que fique claro para todos que o espaço comercial está inchado. Não há mais espaço para nada. Implica dizer que precisamos mesmo é encontrar soluções para ampliar e ou deslocar estas atividades em torno do centro comercial, promovendo a devida organização”, concluiu.

VEJA AS FOTOS DO CENTRO DE VITÓRIA

Apresentação: Lissandro Nascimento.
Produção: Jáder Siqueira.
Equipe: Gilberto Júnior, Orlando Leite, Felipe França, Genilda Alves.