Ceclin
abr 06, 2011 0 Comentário


Candidatos a reitor da UFPE debateram propostas nesta quarta-feira

Imagem: Raquel Monteath/Esp DP/D.A Press

O primeiro debate entre os candidatos a reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) aconteceu na manhã desta quarta-feira, no Teatro da instituição. Até o primeiro turno das eleições, marcado para o dia 26 de abril, haverá ainda dois encontros para debates: no próximo dia 13, no campus Vitória de Santo Antão, e no dia 14, em Caruaru.

Os temas abordados, como em toda boa campanha política, giraram em torno das dificuldades enfrentadas pelos docentes, estudantes e técnicos-administrativos, tendo como pontos fundamentais a melhoria da estrutura física dos centros acadêmicos, a redução das 30h semanais de trabalho, a melhoria do salário dos professores e funcionários e a diminuição da burocracia enfrentada nos processos internos da instituição pelos estudantes.

O sucateamento do Hospital das Clínicas também foi um dos quesitos apontados em caráter de urgência pelos candidatos, assim como a necessidade de dialogar com as comunidades do entorno da universidade.

O vice de Pierre Lucena, da chapa Nova UFPE, não compareceu ao evento por motivos de saúde, mas não diminuiu a força do candidato presente. Pierre foi o mais enérgico dos três, questionando até mesmo a falta de mobilização estudantil no campus. “A UFPE não é apenas de um grupo de professores, é de servidores e estudantes”, afirmou o candidato. O nome de sua chapa, “Nova UFPE”, foi questionada pelo candidato Gilson Edmar, que perguntou se o “Novo” seria igual à reformulação recente do PMDB, que propôs uma mudança na nomenclatura do partido, e não em sua essência. “Não é um movimento de esquerda ou de direita, mas sim, para frente. É novo porque é voltado para o século 21, é um modelo sustentável”, acrescentou Lucena, se contrapondo ao modelo de gestão vigente.



Por Raquel Monteath, especial para o DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR