• Ceclin
mar 27, 2008 3 Comentários


Autoridades públicas respondem aos apelos das comunidades do Irã e Iraque

25.03.2008 às 16h58m

A equipe do Vida Real procurou a Compesa na terça-feira (25). A companhia disse reconhecer que o abastecimento de água é precário nas comunidades do Irã e do Iraque. Sobre o problema, a empresa informou que concluiu um projeto que vai modificar a realidade dessas duas comunidades e também vai contemplar um conjunto habitacional construído na área.
O investimento é de R$ 1,5 milhão. A Compesa diz que a obra ainda vai entrar em processo de licitação, mas não tem data definida.
Polícia Militar (PM)
Em nota, a PM informou que este ano o 21º Batalhão – que faz a segurança nas comunidades do Irã e do Iraque – não recebeu nenhuma solicitação para reforçar o policiamento ou ainda informações sobre a ação de bandidos no local. A PM disse também que a segurança na área é feita por policiais em dois carros e tem o reforço de três motos do Grupo de Apoio Tático Itinerante (Gati).
O comandante do 21º Batalhão da PM, o tenente coronel Marcos Lins se colocou à disposição da população e pede para que em caso de denúncias ligar para (81) 3526-9030.
Companhia Estadual de Habitação (CEHAB)
De acordo com o presidente da Cehab, Jorge Carrero, houve um atraso no cronograma porque foi feita uma alteração no projeto original. “Aumentamos o número de casas. Antes eram 366, mas construímos mais 92”, afirmou.
Mas o principal motivo do atraso é a questão da água. “Não podemos liberar aquelas casas, se o abastecimento ainda não foi feito pela Compesa. Por isso, estamos aguardando a Compesa que deve iniciar a implantação da tubulação dentro de dois meses”, explicou o presidente.
De acordo com Jorge Carrero, a expectativa é entregar todas as casas até outubro deste ano. “E ainda vamos construir mais 142 novas casas”, garantiu.
Secretaria de Obras da Vitória
O secretário de Obras de Vitória de Santo Antão, Renildo Júnior, que os problemas na rede de esgoto e no asfalto, nas comunidades do Irã e Iraque, não podem ser resolvidos de imediato por causa de uma auditoria que se arrasta há dois anos.
“Não podemos calçar as ruas porque existe uma auditoria, desde 2006, que investiga irregularidade. Primeiro, temos que ajeitar a rede esgoto para depois calçarmos”, informou. Mas não definiu um prazo para que as obras comecem apenas que o a esperança da secretaria era fazer as obras o mais rápido possível. (pe360graus)