Ceclin
fev 24, 2011 1 Comentário


Assembleia Legislativa celebra 150 anos da CEF

Papel do banco com os mais pobres foi destacado na solenidade


ROSÁLIA VASCONCELOS


Superintendente da Caixa se comprometeu em honrar missão da instituição



Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (Ale­pe) homenageou na noite de ontem, em sessão solene, os 150 anos de fundação da Cai­xa Econômica Federal (CEF).
O deputado estadual, autor do requerimento nº 006/2011, Henrique Queiroz (PR), ressaltou a importância da instituição financeira como o “banco dos pobres”, estando à frente de diversas políticas públicas voltadas para o crescimento humano.

“Essa solenidade tem como objetivo maior homenagear a Caixa, nascida em 12 de janeiro de 1861, criada para pro­­­porcionar poupança e acesso à casa própria, sobretudo para a população de baixa renda, além de financiamentos, repasses de auxílios, entre outras operações”, ressaltou o presidente em exercício da Alepe, o deputado estadual Edson Vieira (PSDB).

“A história da Caixa se confunde com a própria história do cidadão brasileiro e representa bem nossa sociedade. Muitos cidadãos concluíram graduações e pós-graduações, com o programa Minha Casa, Minha Vida milhares de brasileiros tiveram acesso ao seu lar, além das iniciativas sócio-ambientais. Hoje, a Caixa é o maior banco público da América Latina”, afirmou Henrique Queiroz.

Para o superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Pedro Santiago, “desde que dom Pedro II assinou o decreto de criação da Caixa, em 1861, que a instituição não se afastou da sua missão, que é o combate às desigualdades sociais, contribuindo para o desenvolvimento e empreendimento do País, transformando a vida de diversas populações, como as que se beneficiaram com o Chapéu de Palha e as vítimas das enchentes que atingiram o Estado. Quero, inclusive, em nome de todos os funcionários da Caixa, assumir o compromisso de sempre honrar a missão da instituição”, disse Santiago.
Na abertura do evento, o quinteto da Orquestra Criança Cidadã tocou o Hino Nacional e, no fechamento, foi a vez da orquestra tocar o Hino de Per­nambuco.

(Folha de Pernambuco)