• Ceclin
out 06, 2018 0 Comentário


Armando Monteiro visitou feira de Vitória de Santo Antão

Acompanhado pelo vice Fred Ferreira (PSC), do candidato ao Senado Bruno Araújo (PSDB) e dos candidatos à Câmara Federal Paulo Roberto (Patriota) e Professor Edmo (PTB). Fotos: Ricardo Labastier/Divulgação

Armando foi acompanhado pelo vice Fred Ferreira (PSC), do candidato ao Senado Bruno Araújo (PSDB) e dos candidatos à Câmara Federal Dr. Saulo (PRTB) e o estadual Professor Edmo (PTB). Fotos: Ricardo Labastier/Divulgação

A feira livre de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata pernambucana, contou com a visita do senador Armando Monteiro (PTB), na manhã deste sábado (06/10), véspera da eleição. O candidato ao governo pela coligação Pernambuco Vai Mudar recebeu dos moradores, feirantes e comerciantes da cidade a confiança de que a disputa para o Palácio das Princesas não se encerra neste domingo.

“Pernambuco vai mudar porque quer e porque precisa. Mudar vai além de um desejo: é uma necessidade. E essa energia das ruas é o combustível para enfrentar essa máquina da mentira”, afirmou Armando.

Acompanhado pelo vice Fred Ferreira (PSC), do candidato ao Senado Bruno Araújo (PSDB) e dos candidatos à Câmara Federal Dr. Saulo Albuquerque (PRTB), Paulo Roberto (Patriota) e o candidato a estadual Professor Edmo Neves (PTB), Armando conversou com os eleitores sobre suas propostas e sobre a importância do voto

“Pernambuco andou para trás nos últimos quatro anos. A saúde piorou, a violência e o desemprego explodiram e as estradas se acabaram. Se a gente não mudar, fica tudo como está”, salientou.

A vendedora Dacilene Santana, 31 anos,  mora em um distrito do Cabo de Santo Agostinho mas tem que vir para Vitória para trabalhar. “A estrada de onde eu moro para a feira do Cabo é péssima. Voto em Armando porque acredito na mudança”, reforçou ela.

Já o estudante de direito Leonardo Araújo, 23 anos, acompanhou a caminhada de Armando em uma cadeira de rodas motorizada. “O governador Paulo Câmara abandonou as pessoas com deficiência. Antes dele, qualquer pessoa com problemas de mobilidade poderia receber uma cadeira motorizada. Agora, somente quem é portador de tetraplegia. Uma cadeira dessas sai para o governo por R$ 6 mil. Para a gente, são R$ 16 mil. Isso tem que mudar. Merecemos respeito.”

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