Ceclin
out 27, 2017 0 Comentário


Agentes culturais já podem se cadastrar no Mapa Cultural de Pernambuco

Solenidade teve a presença de autoridades do estado, representantes do Instituto TIM, além de conselheiros dos três conselhos de cultura, gestores, artistas e produtores culturais. Fotos: Divulgação

Solenidade teve a presença de autoridades do estado, representantes do Instituto TIM, além de conselheiros dos três conselhos de cultura, gestores, artistas e produtores culturais. Fotos: Divulgação

Lançamento do espaço virtual e colaborativo reuniu agentes do poder público e da sociedade civil no Museu do Estado

Mais que uma plataforma de software livre voltada para promover a cultura pernambucana, o Mapa Cultural de Pernambuco, lançado na quarta-feira (25/10), no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), é a construção de um caminho para suprir uma demanda histórica neste setor: a falta de uma base de dados sistematizada e completa, que revele a diversidade, potencialidades e capacidade criativa da região, um dos estados brasileiros de maior riqueza cultural. A solenidade contou com a presença de autoridades do Estado, representante do Instituto TIM, além de conselheiros dos três conselhos de cultura do Estado (Audiovisual, Preservação e Políticas Culturais), gestores, artistas e produtores, que puderam conhecer de perto esta nova ferramenta, já disponível no endereço www.mapacultural.pe.gov.br.

O Mapa Cultural de Pernambuco, uma parceria entre o Governo de Pernambuco (Secult-PE e Fundarpe) e o Instituto TIM, reúne informações sobre agentes, espaços, eventos e projetos culturais e já está disponível para contribuição de agentes culturais públicos e da iniciativa privada. Em breve, inscrições em editais e convocatórias estaduais também poderão ser feitas diretamente por ele.

“Finalmente conseguimos vencer a primeira etapa de um desafio que vem sendo enfrentado no âmbito da política cultural há anos, que é o de ter um banco de dados com informações completas sobre a cultura pernambucana. Um mapa como este é uma etapa importante para o Sistema Nacional de Cultura porque atende a vários interesses. Primeiro ao usuário comum, que terá acesso a eventos, artistas e produções culturais. Quantas vezes a gente desconhece sobre o que está acontecendo na nossa própria cidade?”, destacou Silvana Meirelles, Secretária Executiva Estadual de Cultura.

A plataforma pode ser alimentada tanto pela população em geral, que se cadastra como agente de cultura (individual ou coletivo) e pode divulgar suas próprias programações, como pelo Governo do Estado e Municípios, que inserem informações sobre os equipamentos culturais, programações oficiais, editais de fomento, entre outras ações. Em Pernambuco, a segurança do sistema e a salvaguarda das informações estão sob a responsabilidade da Agência de Tecnologia da Informação do Estado (ATI-PE).

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