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fev 25, 2017 0 Comentário


Vitória de Santo Antão investe em Carnaval para movimentar economia

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A Girafa completa 67 anos e promove festa com open bar e Silvana Salazar

A Prefeitura de Vitória estimula cerca de 130 agremiações e espera receber 25 mil foliões todos os dias do Carnaval

O Carnaval de Pernambuco não se resume aos festejos de Recife e Olinda. Em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Sul do Estado, a folia promete arrastar milhares de foliões a partir do próximo Sábado de Zé Pereira. Apesar da crise financeira instalada no País, a prefeitura da cidade organizou uma festa para movimentar a economia. Serão cerca de 130 desfiles de agremiações, incluindo troças, bois, maracatus e trios elétricos. A expectativa é que 25 mil foliões invadam as ruas e brinquem um dos carnavais mais tradicionais de Pernambuco.

Em Vitória, a folia é marcada por blocos com nomes de animais: Urso Branco, O Camelo, O Coelho e O Leão. Entre eles, A Girafa é um dos mais emblemáticos e completará 67 anos no próximo domingo, quando faz seu desfile no Carnaval deste ano – as outras duas festas estão marcadas para segunda e terça-feira com novidades. Além do open bar de Pitú Cola e cerveja patrocinadora do evento, exclusivo para os foliões da segunda e terça, o show da cantora Silvana Salazar e da banda Asas da América vão agitar os três dias de Carnaval.

HISTÓRIA

O presidente da agremiação, Helder Neri, explicou como surgiu A Girafa. “Tudo começou com uma brincadeira dos fundadores, em 1950. Tinha uma loja chamada ‘Girafa Tecidos’ e eles pegaram o boneco para pular o Carnaval. A tradição continuou nos anos seguintes. A princípio, a folia era em formato de troça, hoje o bloco é o maior da cidade”, explicou. A concentração será na Praça do Livramento, a partir das 15h, com expectativa de reunir mais de cinco mil foliões todos os dias. Os ingressos custam R$ 80 e estão disponíveis com vendedores autorizados.

O secretário de Cultura, Turismo e Esportes de Vitória, Marcos Rocha, explicou a necessidade de superar a crise para investir e manter a tradição do Carnaval da cidade. “Tivemos que enxugar o orçamento e, ainda assim, promover uma festa bonita. Mesmo com todas as dificuldades conseguimos organizar o Carnaval para movimentar nosso turismo”, concluiu o dirigente.

Jornal do Commercio