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SINTEPE – Mobilização e Greve


imagesOs Trabalhadores em Educação da Rede Estadual, reunidos em assembleia geral na quinta-feira (21), analisaram e rejeitaram proposta apresentada pelo Governo do Estado. Assim, a categoria decidiu pela decretação da greve que será deflagrada  na próxima sexta-feira (29), quando haverá nova assembleia geral, às 14h, em frente à Assembleia Legislativa (ALEPE).

Até a próxima quinta-feira (28), haverá mobilização nos locais de trabalho. Nesta mesma data, todos deverão vestir preto e postar foto nas redes sociais, aderindo à campanha nacional da CNTE intitulada “#SOS EDUCAÇÃO PÚBLICA”. Faixas deverão ser solicitadas ao SINTEPE e colocadas nos locais de trabalho.

Calendário de atividades

25/05 – Assembleia específica para sócios. Pauta: Eleição dos Delegados para o 14º Congresso Estadual da CUT, às 9h, no auditório do SINTEPE.

26/05 – Plenária dos Aposentados/as, às 15h, no SINTEPE.

28/05 – Reforçar a campanha da CNTE,  #SOS EDUCAÇÃO PÚBLICA, colocando faixas nos locais de trabalho , vestindo preto e disponibilizando fotos nas redes sociais. .

29/05 – Deflagração da greve e assembleia geral da categoria, às 14h, em frente à Alepe, participando em seguida de ato público com as centrais sindicais.

Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco – Sintepe

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Professores estaduais devem deflagrar nova greve no dia 29 de maio


Professores fizeram assembleia nesta quinta, no Clube Português. Foto: Sintepe/Divulgação

Professores fizeram assembleia nesta quinta, no Clube Português. Foto: Sintepe/Divulgação

Diario de Pernambuco

Os professores da rede estadual de Pernambuco devem voltar a entrar em greve no dia 29 de maio. A deflagração do movimento será votada em assembleia geral que a categoria vai realizar às 14h, em frente à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

A medida foi aprovada por cerca de duas mil pessoas, em assembleia realizada esta manhã no Clube Português. Os professores rejeitaram a proposta do governo estadual de 7,01% de aumento para professores e de 6,12% para analistas e o quadro administrativo, até o final do ano. A classe pede o cumprimento da Lei do Piso Salarial (11.738/2008), que prevê o reajuste de 13,01% a todos os professores da rede e não apenas aos profissionais com nível médio (antigo magistério).

Os trabalhadores, que realizaram uma greve de 24 dias, entre 10 de abril e 5 de maio, deram uma trégua na paralisação para iniciar as negociações. Desde então foram realizadas duas reuniões com representantes do governo para tratar da questão salarial.

 

 

Professores estaduais se reúnem em assembleia


Diario de Pernambuco

sintepeOs professores da rede pública estadual de ensino realizam assembleia geral nesta quinta-feira. A reunião, que teve início esta manhã, no Clube Português, vai discutir os rumos da mobilização da categoria. As negociações com a Secretaria de Educação e de Administração estão em andamento mas as aulas voltaram ao normal. Os trabalhadores realizaram uma greve de 24 dias, entre 10 de abril e 5 de maio. A principal exigência é o cumprimento da Lei do Piso Salarial (11.738/2008), que prevê o reajuste de 13,01% a todos os professores da rede e não apenas aos profissionais com nível médio (antigo magistério).

No domingo passado, alunos, familiares e professores realizaram um ato no Recife Antigo. A campanha #MeuProfessorMereceRespeito contou com a participação de 200 pessoas, usando camisas e conscientizando a população sobre o reconhecimento e a valorização dos professores.

 

 

SINTEPE – Estado de greve


assembleia-siteAté o fechamento da edição da coluna a reunião de negociação dos representantes do SINTEPE com o Governo não havia terminado.

Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco – Sintepe

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Reuniões entre Sintepe e Governo acontecem com categoria em estado de greve


(Foto: Divulgação / Sintepe).

(Foto: Divulgação / Sintepe).

A categoria em assembleia geral na segunda-feira (04/05/2015) decidiu acatar o programa de ações e reuniões proposto pelo Governo. Assim, a greve foi suspensa e retornamos ao estado de greve, com nova assembleia para 21 de maio, às 9h, no Clube Português. Na quarta-feira (06/05/15) foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), a Portaria conjunta  SAD/SE nº 35, tornando sem efeito a Portaria  SAD/SE nº 28 (DOE 14/04/15). Dessa forma, todas as medidas de repressão à nossa greve, implementadas pelo Governo, deixaram de existir e não causaram nenhum prejuízo para os trabalhadores em educação que participaram da greve.

Na quinta-feira (07/05/15), pela manhã, foi realizada na Secretaria de Educação, a reunião para discussão da reposição das aulas não ministradas no período da greve. A Secretaria apresentou parâmetros para a reposição, porém o calendário será definido em cada local de trabalho. A reposição de aulas após greve  é compromisso histórico da nossa categoria e não castigo para quem participou do movimento. Fiquemos atentos para a construção dos calendários. Na quinta-feira (07/05/15), à tarde, teve início  a discussão dos 40 itens da Pauta de Reivindicação da Campanha Salarial Educacional 2015.

Na sexta-feira (08/05/15), reunião na PGE e suspensão das multas impostas ao Sintepe durante a greve. Nos dias 13 e 15, estão agendadas reuniões com o Governo, respectivamente, para continuidade da discussão da pauta de reivindicações e apresentação de propostas financeira para os trabalhadores em educação. No dia 21, uma nova Assembleia da categoria, 9h, no Clube Português. O SINTEPE lembra que os descontos dos salários em decorrência da greve serão repostos junto ao pagamento do mês de meio.

Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco – Sintepe

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Audiência pública debate o Plano Estadual de Educação


alepe pernambucoDiario de Pernambuco

A Assembleia Legislativa de Pernambuco realiza nesta segunda-feira uma audiência pública para debater o Plano Estadual de Educação. O projeto definirá as metas e estratégias para a área no estado pelos próximos 10 anos. O encontro foi convocado pela Comissão de Educação da Assembleia Legislativa e acontece esta manhã no Plenarinho III da casa. O Plano Estadual deve ser sancionado até dia 25 de junho e precisa ser aprovado em forma de lei estadual, sendo ainda necessária a construção de um Projeto de Lei, a discussão entre os deputados estaduais, a aprovação e, em seguida, a sanção do governador.

De acordo com Sergio Costa Floro, da organização de combate à pobreza ActionAid, representante do Comitê Pernambucano da Campanha Nacional pelo Direito à Educação no Fórum Estadual de Educação, a participação popular é fundamental: “As pessoas precisam participar para mostrar aos parlamentares a importância do Plano e as principais diretrizes que ele deve conter. Ele deve refletir as necessidades locais, além de se alinhar com as metas e estratégias do Plano Nacional de Educação”.

 

 

Professores só receberão dias parados após reposição de aulas


Foto: Anamaria Nascimento/DP/D.A Press

Foto: Anamaria Nascimento/DP/D.A Press

Diario de Pernambuco

No primeiro dia de aula na rede estadual de ensino, após a suspensão da greve que durou 24 dias, algumas escolas encerraram as atividades mais cedo por falta de alunos. Em virtude da paralisação, serão repostos 18 dias letivos, mas os parâmetros e cronograma da reposição ainda não foram definidos. Amanhã, representantes do governo do estado se reúnem com a categoria para discutir como a compensação será feita.

Os valores descontados dos professores que aderiram à greve, deflagrada em 10 de abril, não serão devolvidos, mas haverá pagamento das aulas repostas. “Os professores vão retornar às atividades nas escolas de referência, conforme acordado com o sindicato. Todas as unidades escolares da rede pública estadual funcionaram nesta terça-feira (ontem)”, informou a Secretaria Estadual de Educação, por nota.

Ontem, alunos do complexo educacional Instituto de Educação de Pernambuco (IEP), na Avenida Cruz Cabugá, no bairro de Santo Amaro, afirmaram ter sido liberados mais cedo que o horário de costume. Na Escola Rochael de Medeiros, a estudante Melissa Filgueira, 12 anos, largou às 10h30. “Fiquei três semanas sem poder assistir aula e, hoje, pude observar que o movimento está se normalizando. Porém, fomos liberados mais cedo”, contou.

A mãe da estudante, Manuela Guimarães, 36, também frequenta o complexo escolar e observou uma normalização na Escola Sylvio Rabello. “O movimento ainda está fraco porque alguns alunos não sabiam da volta às aulas. O número de professores já é maior”, pontuou.

“Apenas uma parte dos alunos veio à escola, mas acredito que o retorno acontecerá aos poucos. Minha turma foi liberada antes das 11h e disseram que a professora estava doente’’, comentou Awendely Nascimento, 14, da Rochael de Medeiros. “O número de alunos foi maior que o esperado e que o quadro de professores estava completo pela manhã”, disse a diretora-adjunta do Sizenando Silveira, Lúcia Melo.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), Fernando Melo, afirmou que o primeiro dia pós-greve foi positivo. “O retorno às escolas aconteceu tranquilamente. Temos representações em todo o interior para comunicar a suspensão da greve”, explicou. Segundo ele, um ofício informando que a paralisação foi suspensa foi enviado ao governo. No dia 21, a categoria, que pede a ampliação do reajuste de 13,01% a todos os profissionais, se reúne em assembleia, às 9h, no Clube Português de Pernambuco.

 

Volta às aulas com expectativa para calendário de reposição


eudoxia-ferreiraJornal do Commercio.

Depois de 25 dias longe das salas de aulas, alunos e professores da rede estadual de ensino voltaram às escolas na manhã desta terça-feira. O calendário de reposição das aulas – foram 15 dias letivos perdidos – será discutido quinta-feira de manhã (07) entre o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) e a Secretaria Estadual de Educação.

Amanhã, quarta-feira, será publicada portaria, no Diário Oficial, que torna sem efeito o desconto dos dias parados no salário dos docentes e volta atrás na transferência de 15 mestres des escolas de referência. O Estado prometeu também devolver, na folha de maio, o dinheiro descontado.

 

 

Em assembleia, professores da rede estadual de Pernambuco suspendem paralisação até o dia 21


Em assembleia, categoria votou pela suspensão da greve. Foto: Sintepe/Divulgação

Em assembleia, categoria votou pela suspensão da greve. Foto: Sintepe/Divulgação

do NE10

Os professores da rede estadual de ensino de Pernambuco decidiram suspender a paralisação da categoria, iniciada no dia 10 de abril. Os docentes permanecem em “estado de greve”, mas retornam às atividades já nesta terça-feira (5). A decisão foi tomada depois de uma votação bastante acirrada realizada no Teatro dos Guararapes, no Centro de Convenções, em Olinda.

A oposição ao Sindicato dos Trabalhos em Educação de Pernambuco (Sintepe) se posicionou contra a paralisação. A votação precisou ser refeita porque o primeiro resultado foi questionado por alguns participantes. O resultado deixou insatisfeitos alguns professores favoráveis à manutenção da paralisação geral.

Permanecer em “estado de greve” significa que a categoria pode decretar uma nova paralisação geral a qualquer momento.

O presidente do Sintepe, Fernando Melo, apresentou aos professores um ofício que era resultado de uma reunião com o governo do Estado no último dia 1º, no qual as penalidades dos professores seriam “perdoadas”. Este ofício define que, na próxima quinta-feira (7), acontecerá uma reunião entre a secretaria de Educação do Estado para definir a reposição das aulas, referente aos dias parados.

Manifestantes queimaram boneco do governador Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Manifestantes queimaram boneco do governador.
Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Na sexta-feira (8), a categoria se reúne com a Procuradoria Geral do Estado para solicitar a revogação da multa imposta pela Justiça.

Já no dia 13, deve acontecer uma reunião para discutir a pauta de reivindicações que foi entregue no dia 15 de março pelos grevistas.

No acordo, o governo prometeu devolver o valor referente aos dias parados que haviam sido descontados, desconsiderar as 15 transferências de professores das Escolas de Referência do Ensino Médio (Erem) e garantir que nenhum professor com contrato temporário irá sofrer punição. A portaria deve ser publicada nesta quarta-feira (6).

RETROSPECTIVA DA GREVE - Os professores entraram em greve no dia 10 de abril. A pauta principal das reivindicações é o cumprimento da Lei do Piso Salarial (11.738/2008), que garante o reajuste de 13,01% a todos os professores da rede e não apenas aos profissionais com nível médio (antigo magistério), cerca de 10% da categoria, como foi definido pelo governo. Com isso, dos 49.816 docentes (23.165 ativos 26.651 inativos), 45.750 ficam sem aumento e profissionais com dez anos de serviço e licenciatura plena recebem reajuste de 0,89% .

Cinco dias após a paralisação, o desembargador Jovaldo Nunes estabeleceu multa diária de R$ 30 mil caso a categoria não encerrasse a greve, valor que foi elevado para R$ 80 mil. “O Sintepe entrou com mandado de segurança no dia 15 e ação contra a multa no dia 17 e até agora nossos processos não foram julgados, um tratamento diferenciado”, observou o sindicalista.

A categoria se reuniu com os secretários de Administração, Milton Coelho, e de Educação, Frederico Amâncio. A reunião terminou sem acordo.

assembleia sintepe 04-05-15

 

 

Reunidos em Assembleia, professores podem acabar com a greve


20150504164754513445oDiário de Pernambuco

Os professores da rede estadual estão reunidos em assembleia geral, desde as 14 horas, desta segunda- feira (4), no Teatro Guararapes, para discutir a legalidade da greve, que foi decretada no dia 10 de abril. Os professores reivindicam o ajuste de 13,01 % no piso salarial de todas as categorias de professores.

A categoria discute a possibilidade de suspensão estrategica da greve e radicalização posterior, caso o governo não conceda o aumento reividicado. A decisão será tomada no final da sessão que acontece agora, no Teatro Guararapes.
Os educadores adereriram à mobilização nacional “Dia de luto e de luta” e vestem preto em protesto contra a violência praticada contra os trabalhadores do Paraná, pela valorização profissional, melhores salários, condições de trabalho e em defesa de educação pública de qualidade.

A corte do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) deve julgar hoje a ilegalidade da paralisação. Desde o dia 20 de abril, o TJPE cobra uma multa diária de R$ 30 mil ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) pelo não retorno às atividades. No dia 15 deste mês, a Justiça determinou o fim da mobilização e e volta imediata às aulas.

Legalidade será votada

A pauta será encaminhada, nesta segunda (4), pelo desembargador para a corte do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) e acionará o Ministério Público. A votação que reconhece a legalidade da greve está prevista para próxima semana.

 

 

Sintepe convoca nova assembleia geral nesta segunda-feira


professores3O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco – SINTEPE, agradece o apoio que vem recebendo dos estudantes, dos pais, de parlamentares, da população de uma maneira geral, que na passeata realizada no último dia 30 de abril, se manifestou com papeis picados e aplausos, no Centro do Recife.

É a força da sociedade que está ganhando espaço na greve a favor de uma educação pública de qualidade. O Sintepe ainda reafirma o apoio ao Movimento grevista dos professores de Curitiba (PR) e repudia a forma truculenta do governo.

DIA 1º DE MAIO

O ato do Dia do Trabalhador (1º de maio) contou com dois motes principais, o PL 4330 e a greve da Educação. O Sintepe e os professores da rede estadual de ensino participaram da atividade mostrando a importância de estar nas ruas reivindicando direitos.

NOVA ASSEMBLEIA

Nesta segunda, dia 04 de maio, às 14h, no Teatro Guararapes – Centro de Convenções, estão todos convocados para a Assembleia Geral. Saiba detalhes AQUI.

 

 

Governo irá se posicionar sobre a greve dos professores na próxima segunda-feira


Reunião com representantes do Sintepe durou quatro horas e meia

JCOnline

fernando melo sintepeFicou para a próxima segunda-feira (4) uma definição do posicionamento do governo do Estado sobre a greve dos professores. Após mais de quatro horas de reunião entre diretores do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) e os secretários de Administração, Milton Coelho, e Educação, Frederico Amâncio, nesta sexta-feira, não houve acordo entre as partes e os gestores se comprometeram a mandar ofício dizendo se o governo aceita negociar a pauta da categoria ou não. O documento deverá chegar pela manhã e será apresentado em assembleia geral, às 14h, no Teatro Guararapes, no Centro de Convenções, em Olinda.

“Contando as três reuniões da semana foram mais de nove horas de conversa, então a sensação é de que tudo o que podia ser feito fizemos”, declarou o presidente do Sintepe, Fernando Melo, ao fim do encontro. Na sua opinião, o maior empecilho para um acordo é a exigência do governo de os professores encerrarem a greve para o Estado abrir negociação. “É muito difícil acabar a mobilização sem que o governo apresente alguma proposta financeira concreta, não teremos qualquer segurança de melhoria”, avalia.

Os professores estão em greve desde o dia 10 de abril. A principal reivindicação é o cumprimento da Lei do Piso Salarial (11.738/2008), que garante o reajuste de 13,01% a todos os professores da rede e não apenas aos profissionais com nível médio (antigo magistério), cerca de 10% da categoria, como o governo definiu fazer. Com isso, dos 49.816 docentes (23.165 ativos 26.651 inativos), 45.750 ficam sem aumento e profissionais com dez anos de serviço e licenciatura plena recebem reajuste de 0,89% .

Na última assembleia geral, na quinta-feira, a categoria se mostrou disposta a continuar o movimento, mesmo tendo contabilizado 37 mil faltas, descontos de R$ 50 a R$ 1.500, um total de 15 professores afastados das escolas de referência e multa diária de R$ 80 mil. “Não vamos ceder as ameaças. Quem diz quando a greve acaba somos nós”, afirmou Fernando.

A queda de braço também ocorre judicialmente. No dia 15 de abril (um dia depois de o Estado entrar com ação) o desembargador Jovaldo Nunes estabeleceu multa diária de R$ 30 mil caso a categoria não encerrasse a greve, valor que foi elevado para R$ 80 mil. “O Sintepe entrou com mandado de segurança no dia 15 e ação contra a multa no dia 17 e até agora nossos processos não foram julgados, um tratamento diferenciado”, observou o sindicalista.

 

 

Professores decidem manter greve e fazem caminhada pelo centro do Recife


professores3Diário de Pernambuco

Os professores da rede estadual, em assembleia na tarde desta quinta-feira (30), decidiram manter a greve por tempo indeterminado. A reunião da categoria aconteceu em frente à Assembleia Legislativa de Pernambuco. Os docentes estão paralisados desde o último dia 10. A próxima assembleia está marcada para segunda-feira (4), no Centro de Convenções, em Olinda.

Após o encontro desta quinta, o grupo saiu em caminhada pela Avenida Conde da Boa Vista até a Avenida Guararapes. A mobilização faz parte do calendário da greve nacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), dentro da 16ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública.

Os trabalhadores cobram a aplicação do reajuste de 13,01% referente ao Piso Nacional dos Professores (13,01%) para todos os professores. Projeto de lei aprovado na Assembleia Legislativa de Pernambuco, no dia 31 de março, prevê o reajuste para menos de 10% da categoria.

Ilegalidade

Na próxima segunda-feira, a corte do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) deve julgar a ilegalidade da paralisação. Desde o dia 20 de abril, o TJPE cobra uma multa diária de R$ 30 mil ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) pelo não retorno às atividades. No dia 15 deste mês, a Justiça determinou o fim da mobilização e e volta imediata às aulas.

 

 

Professores em greve entram em confronto com PM e protestam no Centro de Convenções


Foto: João Vitor Pascoal / DP/ DA Press

Foto: João Vitor Pascoal / DP/ DA Press

Diario de Pernambuco

Os professores da rede estadual, em greve há 19 dias, realizam nesta quarta-feira mais um protesto durante a agenda do governador Paulo Câmara. Esta manhã, eles seguiram para o Centro de Convenções, onde acontece a 12ª etapa do Programa Todos por Pernambuco, que reúne propostas para a Região Metropolitana do Recife (RMR).  Por volta das 8h, os trabalhadores chegaram à rampa de acesso ao Centro de Convenções, mas a maioria foi impedida de participar do evento por estar vestindo a camisa do movimento. Às 9h15, os manifestantes fecharam uma faixa da  Estrada de Belém.

De acordo com a assessoria de comunicação do Sintepe, no momento em que um dos professores passou mal e desmaiou por conta do calor, foi formada uma aglomeração e cerca de 20 policiais militares teriam entrado em confronto com os manifestantes. Houve empurra-empurra e clima de tensão. Após o embate, toda a via foi interditada, nos dois sentidos. Dentro do auditório, representantes da categoria que conseguiram burlar a segurança abriram faixas e cartazes e vestiram camisas com a inscrição “100%: prometeu, agora cumpra” O material foi exibido, principalmente, durante as falas do secretário Danilo Cabral e do próprio governador.

Em entrevista, Paulo Câmara garantiu que vai honrar os compromissos assumidos em campanha e que irá revolucionar a educação em Pernambuco, com a ajuda dos professores. Ele acrescentou que as melhorias não têm que vir apenas com aumento salarial, mas também com melhoria dos indicadores e desempenho dos professores. O governador disse ainda que a greve prejudica as crianças e famílias, que não têm com quem deixar os filhos.

“Melhorando os indicadores de educação, o salário vai melhorar também, nós estamos pensando em cima disso, isso vai ser cumprido. Eu tenho a certeza de fazer uma revolução na educação, melhorando a vida dos professores, melhorando o salário e melhorar o ensino”, apontou Câmara.

Sobre o confronto com a polícia, o governador disse que será averiguado se houve excesso por parte da PM e dos manifestantes, ressaltando a interdição da rua promovida pela categoria em greve. “Se houve excesso por parte da Defesa Social, nós vamos cuidar disso, agora se houve excesso do outro lado isso precisa também ser compreendido, não podemos prejudicar toda a população. Eu vi pessoas deitadas no asfalto, isso não ajuda, isso não vai beneficiar o diálogo, não vamos melhorar em nada a situação forçando a barra. A Justiça já decretou a ilegalidade da greve, as pessoas tem que respeitar as instituições”, disse.

 

 

Professores grevistas protestam na entrada da fábrica Jeep, em PE


Professores grevistas da rede estadual de Pernambuco protestam em frente à fábrida Jeep, em Goiana. (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Professores grevistas da rede estadual de Pernambuco protestam em frente à fábrida Jeep, em Goiana. (Foto: Katherine Coutinho / G1)

G1PE

Professores da rede estadual de ensino de Pernambuco fazem um protesto na porta da Fábrica da Jeep, em Goiana, na Zona da Mata Norte, nesta terça-feira (28). A unidade será inaugurada no final desta manhã pela presidente Dilma Rousseff. De acordo com o diretor jurídico do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), Romildo Oliveira, o ato é uma forma de pressionar o governador Paulo Câmara, que também estará presente ao evento.

Em greve desde o dia 10 de abril, os professores votaram pela continuação do movimento em assembleia realizada na segunda-feira (27). A paralisação é para cobrar o reajuste de 13,01% nos salários da categoria, formada por 49.816 profissionais. A diretoria do Sintepe foi chamada para uma reunião com o governo nesta terça (28). Apesar das negociações terem sido retomadas, os professores decidiram seguir a agenda prevista na assembleia e trouxeram faixas e apitos para Goiana.

Ronildo Oliveira, diretor jurídico Sintepe. “A decisão da assembléia foi acompanhar o governador como forma de protesto. Ele já abriu a negociação, mas viemos demonstrar nossa indignação e solicitar o que pedimos, os 13,01%”, declarou. O protesto é pacífico e reúne cerca de 20 professores, que seguram faixas no jardim de entrada da fábrica. A portaria foi fechada e a entrada de jornalistas para a cobertura da inauguração foi transferida para outro local.

 

 

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