Portal MPPE
A prefeitura do município de Paudalho, Zona da mata do Estado, recebeu recomendação, emita pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) para transferir a feira pública, que atualmente acontece em vias no centro da cidade, para o pátio construído especialmente para abrigá-la. Com a medida, além dos comerciantes serem levados a local adequado, as vias públicas serão liberadas para que o trânsito de veículos e pedestres ocorra de maneira segura. A iniciativa é da promotora de Justiça Aline Arroxelas Galvão de Lima.
Foi recomendado que a prefeitura promova a mudança no prazo de 30 dias, cadastrando e alojando os feirantes e comerciantes. Também cabe à prefeitura fiscalizar as vias públicas durante 60 dias para que novas bancas não sejam instaladas nos locais e não comprometam a passagem de pedestres e veículos. Ainda neste prazo, os alvarás concedidos de forma que confrontem a recomendação devem ser revisados.
Da maneira que a feira encontra-se, instalada no centro da cidade, o tráfego de veículos e pessoas na localidade é prejudicado, causando transtornos ao trânsito e aos moradores locais. As bancas, toldos e produtos viraram barreiras, impedindo a circulação de cidadãos cadeirantes e com outras necessidade especiais.
A promotora ressalta no documento que obras, construções e reformas de edifícios públicos ou privados de uso coletivo não podem ser executadas sem a aplicação das normas estabelecidas pela Lei da acessibilidade. O documento recordou que mesmo após reunião entre o prefeito da cidade e o MPPE, ocorrida em dezembro de 2011, quando foi acertado que a transferência aconteceria até fevereiro de 2012, nenhuma providência foi tomada. De acordo com a prefeitura, a ida dos comerciantes para o pátio depende do fornecimento de bancas e balanças pela secretaria de Agricultura do Estado, através de convênio a ser firmado.
A promotoria que considerou tal situação não impede a transferência e por isso as vias, calçadas e praças públicas devem ser desobstruídas imediatamente. A prefeitura tem cinco dias para informar à Promotoria de Justiça se irá cumprir o proposto na recomendação. Caso ela não sejam adotada, o MPPE vai tomar todas as medidas legais cabíveis a sua implementação.

A procuradora-geral do Ministério Público de Contas, Eliana Lapenda Guerra, aprovou a decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE) de adiar o julgamento das contas do prefeito João da Costa. O órgão rejeitou a prestação referente ao ano de 2005 – quando Costa era secretário de Planejamento municipal – por causa de um contrato com a empresa Geosistemas, “herdado” por Costa ao assumir a pasta, e, agora, precisa julgar um recurso apresentado pela equipe jurídica do petista. O julgamento seria na manhã desta quarta-feira (16), quatro dias antes da eleição primária do PT, mas foi adiado por tempo indeterminado pelo relator da matéria, o conselheiro Marcos Loreto.
Portal da Alepe
O Ministério Público Eleitoral (MPE) e o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) firmaram uma parceria de cooperação técnica, ontem, para antecipar o envio da lista de gestores públicos municipais e estaduais que tiveram as contas rejeitadas em caráter irrecorrível. Com a assinatura do protocolo, o TCE se compromete a enviar um relatório provisório ao procurador regional eleitoral, Antônio Edílio Magalhães Texeira, até o dia 15 de junho deste ano, e um definitivo no dia 5 de julho. De acordo com a lei, o tribunal teria a obrigação de enviar a lista somente no dia 15 de julho.
A audiência que iria escutar as explicações do prefeito de Condado, Edberto Quental (DEM) – investigado por uma Comissão Parlamentar de Inquérito de desviar recursos do programa Renda Cidadão – foi adiada. Inicialmente marcado para hoje, o depoimento do democrata passou para o dia 18 do próximo mês. O fato gerou reação do gestor, que acusa os vereadores que integram a CPI de dificultar a conclusão dos trabalhos. Do outro, a presidente da Comissão, vereadora Maria Helena (PT), alega que quem está criando empecilhos é o prefeito.
Na manhã desta segunda-feira (7), vereadores que integram a CPI que investiga supostas irregularidades no repasse de verbas do programa “Renda Cidadã”, no município de Condado, estiveram reunidos com o procurador geral de Justiça do Estado, Aguinaldo Fenelon. O encontro serviu para que os parlamentares levassem ao Ministério Público os documentos levantados durante as investigações que comprovariam as práticas ilícitas por parte da Prefeitura.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) conseguiu que a Lei nº 790/2002 do município de Exu fosse considerada inconstitucional. A legislação previa pensão a viúvas e parentes de primeiro grau de prefeitos do município, falecidos ou não na gestão.


































