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Eleições para representantes sindicais no Sindsep-PE começa esta semana

Esta semana tem início a segunda e última fase das eleições para escolha dos novos representantes sindicais da base (RSB), biênio 2012/2014. O primeiro local onde haverá o pleito é o IFPE, campus Pesqueira, nesta terça-feira, dia 13 de novembro, às 9h, por meio de assembleia. É importante que os servidores fiquem atentos ao calendário abaixo e não deixem de participar da eleição do seu órgão.

A primeira fase das eleições para representantes sindicais de base foi realizada de 19 a 31 de agosto passado, onde foram eleitos 64 RSB.

Calendário de Programação:

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Usina Catende finalmente é vendida, por R$ 40 milhões

A planta industrial da unidade e o Engenho Catende (96,2 hectares) foi a leilão pela quarta vez nesta terça-feira (30), no Fórum Rodolfo Aureliano. Apesar do lance mínimo determinado ter sido de R$ 39 milhões, o que afastou a AFCP (Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco), o comprador Antônio Moraes ofereceu R$ 40 milhões e arrematou.

O resultado do leilão será homologado nesta quarta (31), às 17h, no gabinete do juiz responsável pelo caso, Silvio Romero Beltrão, mas já foi divulgado oficialmente pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

A oferta de compra presencial foi realizada pelo representante do grupo Brazsugar, Antônio Moraes. Ele informou que a transferência do dinheiro ocorrerá em uma parcela única através do Banco Central, no prazo de 30 dias. “O grupo tem 30 anos de atuação no mercado de açúcar, comprando o produto para revendê-lo na Europa. Com a aquisição da Usina Catende, a empresa passará a produzir o açúcar no Brasil e vendê-lo no mercado mundial”, explicou.

O grupo Ghanei Legal Consultancy tem sede em Dubai, nos Emirados Árabes, e esta será sua primeira operação no Brasil e sua primeira usina. Ainda de acordo com Moraes, não haverá demissões. “Será usada a memória da usina, mas com uma gestão de profissionais”.

O juiz Silvio Romero Beltrão da 18ª Vara Cível do Recife, que acompanhou o leilão, destacou que, além dos R$ 40 milhões arrecadados com a venda da Usina, a massa falida possui cerca de R$ 36 milhões referentes a títulos de dívida agrária obtidos por meio de desapropriação realizada pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA). “Esse valor será utilizado para quitar os débitos com os credores trabalhistas”, afirmou.

A compra dos bens abrange a planta industrial, a propriedade rural Engenho Catende de 96,2 hectares, o grupo de quatro geradores, os veículos, tratores e máquinas. O Banco do Brasil é o maior credor da massa falida. De acordo com o quadro geral de credores, a dívida da Usina com o Banco é R$ 1.177.654.359,00. Já o valor total dos débitos da massa falida equivale a R$ 1.817.000.000.

O leilão teve início com o lance mínimo de R$ 65 milhões. Como não houve ofertas, o valor mínimo caiu para R$ 39 milhões. (Blog do Jamildo).

 

Servidores do Incra Recife fazem ato público com mobilização de 2 horas

Hoje, os servidores do Incra realizam um ato público pela reabertura das negociações com o governo Federal. A atividade está prevista para começar às 9h com um café da manhã. Em seguida, os trabalhadores vão permanecer duas horas mobilizados. O diretor do Sindsep-PE e servidor do Incra, Eduardo Garcia, explica que essa mobilização será permanente, até que se reabram as negociações. “Voltamos a trabalhar no dia 12 de setembro, depois de mais de 70 dias em greve, com a condição de nos mantermos mobilizados, já que não fomos atendidos pelo governo“, esclarece o sindicalista.

O setor ficou de fora dos projetos de lei de reajustes enviados ao Congresso Nacional no final de agosto. Os servidores não aceitaram a proposta do governo, com índices que seriam divididos em três anos, a partir de 2013, e incidiram apenas sob a gratificação de desempenho.

A última reunião entre os servidores do Incra e o Planejamento foi em 29 de agosto, quando o governo suspendeu as negociações. Agora, os trabalhadores querem voltar a negociar, na tentativa de conseguir emendas aos projetos enviados ao Congresso.

Para o coordenador geral do Sindsep-PE, Sérgio Goiana, a reivindicação dos servidores do Incra é mais do que legítima. “O governo precisa corrigir distorções salariais entre os servidores do Incra e de órgãos correlatos. É o mínimo que ele pode fazer. Isso é um desrespeito ao setor, que recebe um dos piores salários do Executivo”.

Além dos baixos salários, os servidores lutam pela reestruturação do Incra, que vive um momento de total descaso sem recursos para a manutenção do órgão e da Reforma Agrária.

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Servidores do Incra mantém greve em 13 superintendências

Agência Brasil

Apesar do acordo firmado na sexta-feira da semana passada (14), entre o governo e os grevistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), 13 das 30 superintendências regionais vão manter a paralisação pelo menos até a próxima terça-feira (18). Na sexta, os trabalhadores de 17 superintendências aceitaram a proposta de pagamento dos dias descontados devido à greve, em parcela única, no contracheque de outubro. Os trabalhadores se comprometeram a repor as atividades prejudicadas pela paralisação de 85 dias.

Segundo a Confederação Nacional das Associações dos Servidores do Incra (Cnasi), esse acordo foi firmado depois da concordância do ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, pasta à qual o Incra é subordinado.

Até o final do dia, a Cnasi deverá delinear a estratégia para o encerramento da greve nas superintendências paradas. Os funcionários estão em greve desde dia 25 de julho. Desde então, foram realizadas nove reuniões, nas quais não se chegou a consenso sobre aumentos salariais.

 

Servidores do Incra continuam em greve – Sindsep/PE

Os servidores do Incra permanecem paralisados. Eles não aceitaram a proposta oferecida pelo governo Federal no último dia 29 com um reajuste de 15,8% a 40% para o nível superior e de 15,8% a 21% para o pessoal do intermediário.

Esses índices seriam divididos em três anos, a partir de 2013 e incidiriam sob a gratificação de desempenho. Com isso, o setor não garantiu reajuste para o ano que vem, mas a mobilização continua porque existe a possibilidade de emenda nos projetos enviados no último dia 30. Confira abaixo, nota de esclarecimento enviada pelo comando estadual de greve.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Não se trata apenas de uma questão salarial. Desde o início das negociações, o governo furtou-se em discutir os reais problemas da instituição, reforçando o descaso com a Reforma Agrária, expresso nos cortes orçamentários e na falta de estrutura de trabalho que possibilite o efetivo atendimento das famílias do campo.

O governo também não cumpriu acordos anteriores, expondo unicamente tabelas salariais que não recompõem as perdas inflacionárias e não corrigem as distorções salariais entre níveis e carreira deste instituto, além de acentuar as distâncias salariais com órgãos similares, deixando o INCRA com um dos piores salários do governo federal.

Comando estadual de greve.

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Setores da base da Condsef firmam acordo com o governo e garantem reajuste

Vários setores da base da Condsef firmaram acordo com o governo Federal e garantiram reajuste para os próximos três anos, a partir de 2013. Além disso, o valor do tíquete alimentação de todos os servidores do Executivo será reajustado para R$ 373, a partir de janeiro do ano que vem e a contrapartida do plano de saúde também. Nesse caso, o índice de aumento varia de 15% a 40%.

O primeiro acordo fechado contempla 17 setores da base da Condsef, dentre eles, a CPST, Funasa, PGPE, Defesa, Cultura, Fazenda, Funai, Agricultura, Planejamento, Justiça, Transportes, SPU, AGU e TEM. O reajuste será de R$ 1.000 para o nível superior, R$ 930 para o intermediário e R$ 630 para o auxiliar. O governo também assegurou que reajustará anualmente, já a partir de 2013, a Gacen e a Gecen, mas ainda não definiu o valor.

Outro acordo fechado foi com os servidores do Meio Ambiente. Os reajustes variam de 21,74% a 44,55% para os ativos e de 17,79% a 37,65% para os aposentados e pensionistas. O governo também propôs para eles uma gratificação de qualificação (GQ) em dois níveis. Para o pessoal de nível superior, a GQI varia de R$ 319 a R$ 522 e a GQ II de 637 a 1.043. Já no intermediário, a GQI varia de R$ 152 a 253 e a GQII de R$ 302 a R$ 522.

O pessoal da Carreira da Ciência e Tecnologia, a C&T, conseguiu reajuste de 15,8 % e a regulamentação da gratificação de qualificação (GQ) do nível médio. Com isso, a maioria dos servidores, que hoje recebe a GQI (R$ 752), poderá progredir para GQII (R$ 1.462) ou GQIII (R$ 2.925)

Já os servidores do Incra não avançaram nas negociações e não têm previsão de aumento. No dia 29, o Ministério do Planejamento ofereceu uma nova proposta de reajuste de 15,8% a 40% para o nível superior e de 15,8% a 21% para o pessoal intermediário. Em relação ao que tinha sido proposto anteriormente, só houve avanço para o nível superior e a proposta foi recusada. No site do sindicato já estão disponíveis as tabelas salariais negociadas com o governo.

O coordenador geral do Sindsep-PE e diretor da CUT-PE, Sérgio Goiana, lembra que a luta pela pauta de reivindicações da categoria continua. “Nesta próxima quarta-feira, 5 de setembro, tem Dia Nacional de Luta promovida pela CUT”, reforça o sindicalista. Durante a mobilização será reivindicada, dentre outras coisas, a regulamentação da negociação coletiva do setor. Até hoje, o funcionalismo não tem esse direito.

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Sindsep/PE: Protestos e propostas em Brasília

(Imagem: Internet)

Essa semana promete muita agitação em Brasília. De um lado, os servidores federais, que realizam uma vigília de cinco dias – começa hoje e termina sexta, dia 17 – na Esplanada dos Ministérios. Do outro, o governo, que, depois de ter suspendido todas as reuniões agendadas para discutir a demanda do setor, se comprometeu a apresentar uma proposta concreta para o funcionalismo até o dia 17.

O embate está instalado e o prazo para o envio do Orçamento de 2013 para a aprovação no Congresso Nacional entra na reta final, encerrando-se dia 31 de agosto. A ideia do “Acampamento de Greve” é pressionar o governo a incluir a pauta de categoria no orçamento.

Além disso, as entidades representativas dos servidores federais protocolaram um pedido de reunião com deputados da Frente Parlamentar em Defesa do Serviço Público. A ideia é mostrar para a comissão a real situação da categoria, e com isso, solicitar a intermediação da Câmara dos Deputados para viabilizar as negociações com o Governo Federal. No dia 15, haverá mais uma grande marcha do funcionalismo em Brasília, como forma de chamar atenção da sociedade para a luta dos servidores federais e para a melhoria do serviço público.

Em Pernambuco, está agendado para hoje mais um ato público no Incra Recife e outro na feira livre de Belo Jardim, quando os servidores do IF do município realizam uma panfletagem. Na quarta, os servidores do IF de Pesqueira protestam no centro da cidade e, em Vitória de Santo Antão, o Sindsep-PE promove, no piquete de greve do IF do município, uma oficina sobre Saúde do Trabalhador.

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Greve: pressão tem que ser maior, afirma o Sindsep-PE

Uma corrida contra o tempo. Assim pode ser definida a situação dos servidores federais, em greve desde o dia 18 de junho. O Congresso Nacional tem até o final deste mês para aprovar o orçamento de 2013. Caso o serviço público não esteja contemplado na peça, mais uma vez a categoria não terá reajuste no ano que vem, nem haverá investimento no setor. O cenário não é nada animador. Nos últimos dez dias, pelo menos duas medidas adotadas pelo governo Federal vão exigir do funcionalismo muito mais mobilização e poder de pressão.

A primeira diz respeito ao Decreto 7777/12, que autoriza a substituição de servidores federais em greve por servidores estaduais, municipais e até mesmo terceirizados. A segunda rasteira do governo foi a suspensão de todas as reuniões agendadas com as entidades representativas do funcionalismo, quando deveriam ser discutidas as demandas de várias categorias da esfera federal. Até o dia 13 de agosto, o Executivo não senta para negociar.

Em Pernambuco, além do Incra Recife e Petrolina, estão paralisadas as unidades dos institutos federais. Na última quinta-feira, a Reitoria do IF Pernambuco mostrou-se sensível ao movimento e garantiu que as aulas só vão começar depois do fim da greve. No IF Barreiros, os grevistas vão entregar um documento, amanhã – previsão para início das aulas -, aos alunos e pais de alunos explicando o movimento.

Terça feira, o piquete da greve do Incra Recife vai repassar para a Associação dos Portadores de Doença de Chagas de Pernambuco uma tonelada de alimentos comprados e doados por assentamentos da reforma agrária. Na Agricultura, os servidores resolveram paralisar por 24 horas toda quarta-feira de agosto. Dessa forma, a greve vai se consolidando, porém é preciso mais participação dos servidores.

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Governo Federal e servidores em “queda de braço”

(Imagem: Internet)

Uma corrida contra o tempo. Assim pode ser definida a situação dos servidores federais, em greve desde 18 de junho. O Congresso Nacional tem até o final deste mês para aprovar o orçamento de 2013. Caso o serviço público não esteja contemplado na peça, mais uma vez a categoria não terá reajuste no ano que vem, nem haverá investimento no setor.

O cenário não é nada animador. Nos últimos dez dias, pelos menos duas medidas adotadas pelo governo Federal vão exigir do funcionalismo muito mais mobilização e poder de pressão.

A primeira diz respeito ao Decreto 7777/12, assinado pela presidenta Dilma, autorizando a substituição de servidores federais em greves por servidores estaduais, municipais e até mesmo terceirizados. A segunda rasteira do governo foi a suspensão de todas as reuniões agendas com as entidades representativas do funcionalismo, quando deveriam ser discutidas as demandas das várias categorias da esfera federal. Até o dia 13 de agosto, o Executivo não senta para negociar.

“Estamos há quase dois meses numa greve nacional, mas poucos órgãos e servidores aderiram ao movimento. É preciso intensificar a luta para que aumente o poder de pressão junto ao governo”, destaca o coordenador geral do Sindsep-PE, Sérgio Goiana.

Em Pernambuco, além do Incra Recife e Petrolina, estão paralisados todas as unidades dos institutos federais. Na última quinta-feira, a Reitoria do IF Pernambuco mostrou-se sensível ao movimento e garantiu que as aulas só vão começar depois do fim da greve. No IF Barreiros, os grevistas vão entregar um documento, próxima segunda – previsão para início das aulas -, aos alunos e pais de alunos explicando o movimento e defendendo qualidade na educação.

Terça-feira, o piquete de greve do Incra Recife vai repassar para a Associação dos Portadores de Doenças de Chagas de Pernambuco uma tonelada de alimentos comprados e doados por assentamentos da reforma agrária. Na Agricultura, os servidores resolveram estender para todas as quartas-feiras de agosto paralisação por 24 horas.  

com informações da Assessoria.

 

Geógrafos protestam contra repasse de terras para Suape

Moção de Repúdio dos Geógrafos Brasileiros

“Repudiamos a forma como ocorreu o repasse das terras do Engenho do Tiriri, no município de Cabo de Santo Agostinho, para SUAPE/ Governo do Estado de Pernambuco.

O processo teve início em 1964 com um decreto presidencial tornando a área de interesse social para fins de reforma agrária incorporada ao patrimônio do INCRA. Ao longo dos anos o IBRA (atual INCRA) realizou diversos contratos de comodato com a Cooperativa de Tiriri com uma cláusula resolutiva expressa, em que caso estas terras não fossem repassadas aos cooperados em lotes de 10 há, haveria o cancelamento do contrato.

A direção da Cooperativa Tiriri não repassou os 10 há aos cooperados e vendeu ao Governo do Estado/ SUAPE. Assim apoiamos o “Declaratório de Nulidade” e o cancelamento imediato das arbitrárias e ilegais desapropriações ocorridas”.

 

“Governo não possui proposta para o serviço público federal”, denuncia servidores

A greve nacional dos servidores públicos federais que atinge inclusive o Centro Acadêmico da UFPE da Vitória de Santo Antão, bem como o Campus do IFPE Vitória, foi debatido no Programa Mesa Redonda do A Voz da Vitória, sempre às 13h da sexta-feira, pela Rádio Tabocas FM (98,5).

O Governo Federal sinaliza a falta de interesse em negociar com as categorias. Os professores e administrativos das Federais reivindicam a reestruturação do Plano de Cargos e Carreira (com 13 níveis, ao invés de 17), melhores condições de trabalho e incentivo a pesquisa e extensão do ensino, somado com a regulação do Piso Salarial das categorias.

Neste debate estiveram presentes os representantes do Comando de Greve do CAV/UFPE Vitória, os professores Marco Fidalgo (Educ. Física) e Zailde Carvalho (Enfermagem), ligados a entidade dos docentes universitários – ADUFEPE. Participou ainda por telefone o Coordenador Geral do Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Estado de Pernambuco – SINDSEP/PE – Sérgio Goiana.

Zailde Carvalho reforçou que a paralisação não foca necessariamente a reposição salarial, como coloca a mídia nacional, mas sobretudo a ausência de uma estrutura de trabalho que não chegou a ser garantida com a expansão nos últimos anos do ensino superior principalmente no interior do País. “A estrutura das universidades não consegue mais atender a esta demanda que procura o acesso à educação superior, algumas inclusive com construções inacabadas”, frisou.

“A linha do discurso de defesa do serviço público por parte do Governo Federal é diferente do que faz na prática. O governo vem bloqueando todas as possibilidades de avançar na resolução do melhoramento das universidades públicas. Não tem mostrado interesse em resolver, porque entendem como ônus e acabam protelando esta necessidade de discussão. Estão empurrando com a barriga”, denunciou Fidalgo. Ele mencionou o fato do governo adiar esta discussão para o final deste mês por este não deter no momento uma real proposta de solução para o setor.

Os professores da UFPE/Vitória também divulgaram que esta paralisação também ocorre em razão de algumas dificuldades de infraestrutura local, as quais tem prejudicado o trabalho oferecido pelo CAV/UFPE. “Além de algumas necessidades básicas existentes hoje no Campus local necessita também de uma unidade hospitalar. Quando se pensou em trazer a universidade para Vitória com seus cursos voltados para a área da Saúde foi feito um levantamento para saber das dificuldades que iríamos encontrar e, hoje estamos vendo isto e reivindicando”, explicou Zailde. Dentre estas, elencou o fato das péssimas condições de serviço oferecidas pelo Hospital João Murilo de Oliveira, o precário acesso ao Campus que fica localizado no Alto do Reservatório (Centro de Vitória), somado a falta de sinalização nas proximidades do Campus Vitória também é um dos problemas apontados, além da precariedade do transporte universitário oferecido pela Prefeitura no acesso a Região Metropolitana do Recife (RMR).

A interiorização do ensino superior não veio acompanhada com uma estrutura física. “Não houve uma preocupação para dar estrutura as nossas necessidades acadêmicas, hoje os universitários necessitam muito de algumas instalações”, reafirmou.

O professor Fidalgo lembrou a participação pacífica dos estudantes do CAV nas passeatas no Centro de Vitória, reforçando o fato de que a comunidade não passa despercebida quando o assunto é educação. “Muitos universitários não residem na cidade, porém, estes não podem estar presentes para discutir a problemática da greve, mas isso tentamos resolver da melhor forma, às vezes as pessoas concordam com a greve, mas acabam não participando até por uma questão de acessibilidade”, avaliou.

Sérgio Goiana, coordenador do Sindsep/PE, ressaltou o avanço da paralisação nacional, sobretudo no Estado, dos servidores públicos, lamentando que o Governo Dilma trate com indiferença as reivindicações expostas. “Primeiro é bom registrar que o serviço público em qualquer nível ainda não entrou em negociação coletiva. Precisa que a presidenta Dilma encaminhe para o Congresso Nacional uma regulamentação no serviço Federal. Ainda não foi dado prioridade as melhorias no serviço público e a este acordo pelo governo com as categorias, então os servidores irão para o confronto a fim de acelerar um entendimento”, ressaltou Goiana.

Devido a adesão em massa dos servidores federais no interior do Estado à greve, Goiana reforçou: “As assembleias pelo interior irão continuar e dessa forma seguiremos com essa campanha salarial, se possível repetiremos todas elas. É importante que as pessoas participem de todos os movimentos em favor dos servidores, pois a sociedade precisa de um serviço público de qualidade”, defendeu.

 

Sindsep/PE – Plantão jurídico e seminário de aposentados na pauta da semana

Na semana passada, o Sindsep-PE retomou a caravana dos plantões jurídicos pelo municípios pernambucanos, uma ação que visa prestar esclarecimentos relativos aos processos judiciais aos associados. Hoje, dia 9, o plantão será em Ribeirão, na terça em Caruaru, e na quarta, em Vitória. Nos três casos, o atendimento será na subsede do sindicato, o dia todo.

Outra atividade agendada pelo Sindsep-PE para esta semana é a eleição dos delegados que vão participar do X Seminário dos Aposentados e Pensionistas de sua base, que acontece no final de julho. As assembleias começam dia 11.

Confira abaixo o calendário da semana:

Cresce greve dos Servidores

Já somam 23 o número de Estados brasileiros que aderiram à greve nacional dos servidores federais. Em Pernambuco, estão paralisados o Incra Recife e Petrolina e o IFPE Campus Recife e Campus Vitória.

Na última quarta-feira, dia 4, foi realizado o Dia Nacional de Lutas, com uma grande manifestação em Brasília. Também dentro da programação, o Incra Recife realizou, uma oficina sobre saúde do trabalhador. Entre os dias 16 e 20 de julho está agendada uma vigília dos servidores em Brasília, com representação de todos os Estados.

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Incra e IF Vitória aderem à greve nacional dos servidores federais

Engrossando o movimento de paralisação nacional, iniciado em 18 de junho, os servidores do Incra no Recife e em Petrolina também aderiram à greve nacional do funcionalismo público federal desde a última sexta-feira, 29, quando os servidores da sede Recife fizeram um café da manhã. Nesta terça-feira (3), também cruzarão os braços os servidores do IF Vitória de Santo Antão.

Assembleias

Hoje, o Sindsep-PE realiza assembleia na Fazenda do Cabo de Santo Agostinho para discutir os eixos da Campanha Salarial e avaliar a possibilidade de entrar em greve. Na terça-feira, está marcada uma assembleia com os servidores da SRTE, que suspenderam uma paralisação de 24 horas, na última sexta-feira, devido a ameaça de corte de ponto.

A questão será discutida com a direção do Sindicato, assim como serão deliberados novos encaminhamentos. Também no dia 3, o Sindsep-PE realiza assembleia com os servidores do MPOG, Sudene, Saúde e Integração para tratar do indicativo de greve.

CDE

No dia 27, o Conselho Deliberativo de Entidades da Condsef esteve reunido e aprovou um calendário de atividades visando fortalecer o movimento grevista em todo o País. Entre as atividades confirmadas está um grande público no dia 4 de julho, em Brasília, quando estarão reunidos milhares de servidores de todo o Brasil.

O CDE também tirou como deliberação a realização de um acampamento na capital federal entre os dias 16 e 20 de junho. As entidades também formarão um comando nacional de greve.

Nas discussões setoriais, o CDE aprovou encontros específicos, no dia 3 de julho, para a Cultura, Fazenda, AGU/DPU, MAPA, PST (Previdência, Saúde, e Trabalho) e DNPM. No dia 21 haverá uma plenária com servidores da Conab, também para tratar pauta específica.

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Greve por tempo indeterminado no Incra a partir de sexta-feira

(Imagem: Internet)

Antiga DRT também para por 24 horas na sexta e os servidores do IF de Vitória entram em greve a partir de 2 de julho

A partir da próxima sexta-feira, dia 29 de junho, os servidores do Incra/Recife e Incra/Petrolina iniciam uma greve por tempo indeterminado. No mesmo dia, os servidores da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE – antiga DRT) vão paralisar por 24 horas, retornando ao trabalho na segunda, dia 2. Já os servidores do Instituto Federal (IF) de Vitória de Santo Antão decidiram também por greve por tempo indeterminado a partir do dia 3 de julho, próxima terça-feira. Todas essas mobilizações estão dentro da agenda nacional do funcionalismo federal, em greve desde o dia 18 de junho.

A greve geral tem crescido gradativamente. No Distrito Federal, já são dez órgãos que paralisaram os serviços. Entre os outros Estados que aderiram à greve estão Pará, Sergipe, Amapá, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro, Goiás, Mato Grosso do Sul e Maranhão. A maioria dos órgãos parados são Funasa, Incra, Ministério da Saú-de, Trabalho e Emprego, Agricultura, Justiça, Funai, Area Ambiental e Cnem. A maior adesão acontece no Incra, onde a greve atinge 2/3 das unidades em todo o Brasil.

Na semana passada, cerca de mil servidores realizou um ato público em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília, o que pressionou o governo a receber representantes da Confederação Nacional dos Servidores Federais (Condsef). Eles se reuniram com a Secretaria Especial da Presidência, colocaram a dificuldade de negociação por parte do Ministério do Planejamento e solicitaram a intermediação do ministro Gilberto Carvalho, no sentido de ajudar a resolver o impasse.

PROGRAMAÇÃO

Também dentro do calendário de atividades da greve nacional, a Condsef e demais entidades que compõem o fórum dos servidores estão planejando, para o dia 4 de julho, um grande ato público em Brasília. Entre os dias 16 e 21, haverá um acampamento na Esplanada dos Ministérios. A ideia é promover uma grande vigília formada por servidores grevistas para cobrar do governo uma agenda de negociação. Será criado um Comando Nacional de Greve, coposto por representantes de todos os estados brasileiros.


Dia Nacional de Luta nesta quarta, 25

A Campanha Salarial do funcionalismo federal ganha força esta semana com o Dia Nacional de Luta, na próxima quarta-feira, 25 de abril. Estão previstas mobilizações em vários órgãos federais de diversos Estados. Em Pernambuco, a Superintendência Federal de Agricultura de Limoeiro (SFA), a Funasa Limoeiro e o Incra Recife vão paralisar as atividades por 24 horas.

Os servidores de outras instituições também estão convidados a participar dessa greve de advertência. “Lutamos por uma política de recomposição salarial. Temos que pressionar o governo e mostrar que somos fortes e estamos mobilizados. Sem isso, não vamos chegar a lugar nenhum”, alerta o coordenador geral do Sindsep-PE, Sérgio Goiana.

E as assembleias nos órgãos da base para divulgar a Campanha Salarial continuam a todo vapor. Confira abaixo, o calendário até o final deste mês. Não deixe de participar da assembleia no seu local de trabalho, faça sua parte.

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