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Mais de 90% das empresas afirmam não sofrer com crise hídrica no Brasil, revela pesquisa


140927003447_seca_cantareira_represa_jaguari_reuters_624x351_reutersA grave crise de abastecimento de água que atinge diversas regiões do País não afetou a grande maioria das empresas que participaram da pesquisa.

O DatAberje – Instituto de pesquisa da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) – identificou que, apesar de 92% das participantes não terem enfrentado qualquer tipo de problema durante a crise atual, 77% delas adotaram alguma medida para minimizar os possíveis efeitos dos problemas de abastecimento. Além disso, 45% das empresas pesquisadas têm um comitê formal estruturado para tratar de questões relacionadas à crise.

“Não é de hoje que as empresas se preocupam com a questão ambiental. A sustentabilidade, que se tornou uma das preocupações das empresas nos últimos anos, foi o principal fator de transformação no mundo corporativo. Pode-se deduzir da pesquisa que as empresas estavam mais preparadas para a crise do que imaginávamos, com ações de longo prazo para economizar água e outros recursos”, explica Rodrigo Cogo, Gerente de Conteúdo da Aberje e um dos responsáveis pela pesquisa.

Os departamentos de Comunicação das empresas têm papel fundamental nessa mudança. Além de ser, na maioria das vezes, responsável por questões de sustentabilidade, a área de Comunicação está presente em quase 75% dos comitês de gerenciamento da crise hídrica, com ações voltadas para a conscientização do público interno, educação ambiental em escolas próximas às empresas, premiação para novas ideias de otimização e racionalização, dentre outras ações de combate ao desperdício e de incentivo ao consumo consciente.

“Pesquisas como essa são fundamentais para a área de comunicação. Precisamos de dados numéricos bem embasados para conseguirmos pensar em como transmitir a informação necessária para que as pessoas economizem água”, comenta Andreia Bento Moraes, coordenadora editorial da Agência Lawrence. “A pesquisa tem grande importância para a mobilização sobre o tema e para informar a população, em paralelo com as notícias da mídia”, complementa Solange Teles dos Santos, coordenadora da Eurofarma.

Realizada entre fevereiro e março de 2015, a iniciativa teve como objetivo identificar o planejamento e as práticas adotadas pelas organizações em relação ao uso racional e à redução efetiva do consumo de água.

“Além da coleta de dados, a pesquisa do DatAberje ajuda a mobilizar e conscientizar as pessoas para as necessidades da crise hídrica. Também fizemos, para complementar a pesquisa, um seminário específico sobre as experiências de comunicação envolvendo o assunto em nossa sede, em São Paulo, no último dia 24”, afirma Carlos Ramello, gerente de Recursos Humanos e também responsável pela pesquisa.

Para o ex-presidente da Fundação Abrinq e membro do Conselho Consultivo da Aberje Rubens Naves, “a pesquisa é excelente, porque mostra que a solidariedade que vemos na economia feita pela pelas pessoas está, também, no ambiente empresarial. Ver que existe esse compartilhamento dentre das empresas é extremamente positivo”. Participaram 65 empresas de diversos segmentos e setores da economia, a maioria do Estado de São Paulo (67%).

Blog do Jamildo. 

 

Adutora do Agreste segue atrasada por falta de repasse de verbas


7e01f7fef9091a59bd1ada4a8f9a58a6TV Jornal

A obra da adutora do Agreste seria a solução para o problema da crise hídrica na região e no sertão do Estado. O processo, orçado em R$ 1,2 bilhão, prevê 144 quilômetros de adutora de Ipojuca até Caruaru.  Porém, segundo a Compesa, repasse da verba feito pelo governo é inconstante. Até agora, só teriam sido repassados R$ 450 milhões, atrasando a velocidade das obras.

A estação de tratamento em Ipojuca também está atrasada e a da elevação também está sendo prejudicada. A Compesa já teria iniciado uma negociação junto ao ministério em Brasilia, mas nenhum avanço foi confirmado.

 

 

 

Em PE, Justiça bloqueia bens de diretores da Compesa e construtoras


downloadA Justiça Federal em Pernambuco (JFPE) determinou o bloqueio de bens das construtoras Queiroz Galvão e Galvão Engenharia e também de três diretores e dois representantes da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). A decisão é uma resposta à ação de improbidade ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) para garantir eventual ressarcimento ao erário por irregularidades praticadas durante execução de convênios firmados com o Ministério da Integração Nacional, em 2005 e 2007.

A decisão foi tomada em 16 de abril, mas só foi divulgada nesta sexta-feira (24). Segundo a JFPE, a decisão foi do juiz Rodrigo Vasconcelos Coêlho de Araújo, titular da 35ª Vara Federal em Pernambuco. A ação de improbidade ingressada pelo MPF diz que o Tribunal de Contas da União (TCU) verificou irregularidades na utilização de recursos federais pela Secretaria de Recursos Hídricos de Pernambuco e pela Compesa, destinados à implantação do Sistema Produtor Pirapama e de Interligação dos Sistemas Pirapama e Gurjaú, em Pernambuco.

O TCU apurou que, durante a execução do contrato firmado entre a Compesa e o consórcio formado pela Queiroz Galvão e Galvão Engenharia, ocorreu o sobrepreço (preço cobrado acima do normal) de R$ 9.796.737,79, referentes à aquisição de tubos de aço e ferro e à execução de serviços e obras.

O MPF acusa três diretores da Compesa de serem os responsáveis pela assinatura dos contratos e emissão de pareceres técnicos que possibilitaram o superfaturamento dos preços. Outros dois representantes da entidade que também subscreveram o contrato são acusados de contribuírem de forma intencional na confecção dos aditivos contratuais para ensejar a irregularidade. De acordo com as apurações, as construtoras foram beneficiadas pelos atos ímprobos.

Os três diretores e os dois representantes da Compesa e as construtoras Queiroz Galvão e Galvão Engenharia tiveram seus veículos automotores e imóveis bloqueados pela Justiça. De acordo com a decisão, a indisponibilidade dos bens móveis e imóveis deve ser restrita ao valor do dano causado ao erário (cerca de R$ 9,8 milhões).

 Um portal de notícias procurou a Compesa e foi informado que das cinco pessoas citadas no processo, apenas Roberto Cavalcanti Tavares continua trabalhando na entidade, sendo, inclusive, o atual presidente. Em nota, a companhia disse que ainda não foi notificada sobre a decisão, a qual, por ter caráter liminar, está sujeita a recurso pelos interessados.

A Compesa esclareceu, ainda, que a ação do MPF se baseia em questionamentos feitos pelo TCU relativos a convênios firmados anteriormente ao ano de 2007, que deram origem aos contratos de Interligação dos Sistemas Pirapama e Gurjaú. “É importante esclarecer que os processos no TCU não foram concluídos, não havendo nenhuma decisão de caráter conclusivo. Assim, o próprio TCU ainda irá realizar a instrução dos processos, com a ouvida de todos os interessados e a análise dos argumentos técnicos, ocasião em que serão prestados os esclarecimentos e será demonstrada a ausência de qualquer espécie de irregularidade nos contratos em questão.”

Por meio de nota, a construtora Queiroz Galvão disse que, “embora respeite a decisão da Justiça Federal de Pernambuco, não vê fundamentos para sua adoção e informa que já está tomando as medidas legais cabíveis para recorrer. A companhia reitera que todas as suas atividades e contratos seguem rigorosamente a legislação vigente”. Por meio da assessoria de imprensa, o Grupo Galvão informou que não irá se pronunciar.

O Sistema Pirapama está localizado no Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife (RMR) e, segundo a Compesa, e é o maior sistema de abastecimento de água de Pernambuco e um dos maiores do Brasil. O projeto foi executado em três etapas, sendo a última finalizada em novembro de 2011. Já o Sistema Gurjaú produz, aproximadamente, 9% do volume distribuído na RMR, abrangendo Ponte dos Carvalhos, Pontezinha, anel da Muribeca, Distrito Industrial de Prazeres, Jordão, Candeias, Piedade, Barra de Jangada, Vila da Muribeca e parte do Recife.

G1/PE

 

 

Vários moradores reclamam de esgoto no Bairro Maués, em Vitória


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(Foto enviada para o WhatsApp do Portal A Voz da Vitória – 81. 9992-9364)

Pelo WhatsApp do Blog (81.9992.9364) vários moradores do Bairro Maués, em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata do Estado, reclamam de um esgoto na Rua Moura Cavalcante. Segundo os leitores em contato com a nossa redação, o esgoto encontra-se a céu aberto há mais de vinte dias e nenhum órgão público foi ao local providenciar melhorias, apesar dos protocolos de alerta junto à Compesa.

Um leitor do blog já havia reclamado sobre esse tipo de problema na localidade, mas a situação continua a mesma. A comunidade aguarda uma solução e vive esperando mais comprometimento do poder público no tocante a serviços sociais em benefício do bairro.

 

 

Compesa altera calendário de abastecimento de 15 cidades do Agreste


Blog do Inaldo Sampaio

roberto-tavares-divulgaçãoA Compesa anunciou nesta quinta-feira (23) que decidiu alterar o calendário de abastecimento de 15 cidades do Agreste que recebem água da barragem de Jucazinho devido à carência de chuvas na região. Atualmente, o nível da barragem está em 7,8% de sua capacidade de acumulação, o que corresponde a 25 milhões de metros cúbicos. No mesmo período do ano passado, a barragem – localizada em Surubim – estava com 30% de sua capacidade de acumulação, ou seja, 100 milhões de metros cúbicos.

“Decidimos ser transparentes, avisar à população sobre a gravidade da situação e ao mesmo tempo pedir o seu apoio para a necessidade do uso racional da água. Estamos mudando o calendário de abastecimento com o objetivo de preservar o manancial, evitando que entre em colapso”, disse o presidente da empresa Roberto Tavares. O anúncio foi feito durante coletiva de imprensa em Caruaru. O novo calendário terá início no dia 1º de maio e deverá vigorar pelos próximos quatro meses.

“Estamos enfrentando o quarto ano consecutivo de seca, a pior dos últimos 50 anos e vamos tentar essa sobrevida para a barragem. Mas precisamos do apoio da população para usar a água de maneira racional, pois, por enquanto, não há indicativo de melhoria”, disse o diretor regional da Compesa Leonardo Selva. A cidade de Caruaru, com mais de 300 mil habitantes, terá um calendário de específico: 40% da cidade ficará três dias com água e quatro sem e 60% terá quatro dias com e três sem.

Já em Santa Cruz do Capibaribe, que tem o calendário mais rigoroso de distribuição, a ideia da Compesa é realizar um estudo para readequação do abastecimento. “Hoje são 28 dias sem água mas a ideia da Compesa é ficar entre 10 e 15 dias”, explicou Leonardo Selva. Segundo Roberto Tavares, a questão do abastecimento d’água na região só será definitivamente resolvida com a Adutora do Agreste, que está caminhando a passo de cágado.

 

 

Crise no abastecimento de água em Gravatá


falta-de-aguaA falta de chuvas na região do agreste pernambucano tem resultado na falta de água nas cidades abastecidas pelas adutoras da Companhia Pernambucana de Saneamento – COMPESA. O drama vivido pelos gravataenses deve se prolongar por mais alguns dias até o nível das adutoras voltem a sua normalidade.

O escritório regional da companhia adotou rodízio de abastecimento para algumas zonas na cidade serrana. Em algumas áreas o abastecimento poderá levar de seis a quinze dias. De acordo com dados da Agência Pernambucana de Águas e Climas – APAC, não há previsão de chuva paras o restante do mês de abril.

Análises apontam que a precipitação acumulada durante o mês de fevereiro deste ano foi abaixo da climatologia em grande parte de Pernambuco, exceto em uma pequena parta da mesorregião do Agreste onde as chuvas tiveram um acumulado médio de 53,9 mm, chovendo 40,7% abaixo média histórica.

Gravatá Notícia

Moradores vão protestar contra Celpe, Compesa e Prefeitura de Limoeiro


Blog do Agreste

Cristo Redentor de LimoeiroSe a esperança é a última que morre, para os moradores do Bairro Nossa Senhora de Fátima, ela será enterrada na próxima sexta (24), a partir das 8h. Os moradores das ruas da Gruta (Rua do Buraco) e Pacífico Miguel vão realizar um protesto pacífico para cobrar mais atenção ao bairro. Sem abastecimento há vários meses e sem iluminação pública (foto), os moradores cansaram de reclamar, pedir e implorar. Os protestantes vão ocupar a Rua Vigário Joaquim Pinto, via onde estão os escritórios da Compesa e da Celpe.

Segundo o morador Josivaldo Ferreira, as pessoas vão carregar faixas pedindo água e iluminação pública. Ele também contou que a rua também foi esquecida pela prefeitura de Limoeiro, tendo em vista a existência de esgoto escorrendo a céu aberto. “Vamos protestar para chamar a atenção das autoridades”, disse Ferreira. Resumindo, os moradores do Bairro Nossa Senhora de Fátima vão cobrar o básico: água, luz e saneamento.

 

 

A assustadora crise hídrica: o desabastecimento d’água ameaça Zona da Mata do Estado


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A falta d’água sempre endereça seu apelo por abastecimento ao nosso Portal, o bairro de Águas Branca é um deles.

A crise hídrica vem tomando conta e assola a população pernambucana. Casos e mais casos de desabastecimento d’água têm chegado a redação do A Voz da Vitória. Em Vitória de Santo Antão, Zona da  Mata do Estado, os órgãos competentes precisam imediatamente tomar medidas que possam amenizar esta situação, contudo, a comunidade vitoriense também precisa tomar os procedimentos para a economia da água potável.

Cada bairro vitoriense vive uma situação semelhante ao outro, quando os moradores reclamam dizendo que passam de 15 a 30 dias completamente sem água, além de registrar o comércio desenfreado de carros pipa. Alguns bairros que mais sofrem com a falta d’água sempre endereçam seu apelo por abastecimento ao nosso Portal, a saber: Águas Branca, Santana, Militina, Pitada, Alto do Reservatório, Irã, Iraque, Lídia Queiroz, Mário Bezerra, Amparo, Livramento, Jardim Ipiranga, Bela Vista, Redenção, Lagoa Redonda e Maués.

O Bairro de Lagoa Redonda está sem água há mais de 45 dias, denunciam os moradores que já foram obter informações junto a Compesa e ninguém tem resposta sobre o problema ou qualquer informação, nem se quer retorno dos apelos. Eles avisam que a conta não atrasa de forma alguma, chegando nas residências com valores altíssimos.

O Portal A Voz da Vitória,  através dessa postagem, vai ajudar você leitor de como enfrentar o racionamento de forma tranquila e simples, com alguns métodos que vão ajudar você no seu cotidiano. Compartilhe as dicas que seguem.

Alguns métodos de economia:

(Fonte: Rachacuca.com.br) Se tiver condições compre alguns galões de água de fontes seguras. Esta será a água de consumo, cozinha etc.

1. Caso não possa  comprar e tenha de armazenar água da rua, filtre, ferva e deixe a água descansar por pelo menos 08 horas, use a água de cima pra consumo e a do fundo do recipiente para limpeza e higiene.

2. Instale filtros. Filtros de torneira, de barro, quanto melhor… melhor.

3. Se morar em uma casa, faça planos para captar água da chuva, mesmo na estiagem uma eventual chuva nas calhas certas pode gerar um ótimo volume de abastecimento, proteja a água de insetos, mosquitos e contaminação e use para limpeza, banheiros e emergências, lembre-se, seu telhado é o banheiro de pombos, gatos e outros animais.

4. Tenha pelo menos um meio de transportar uma boa quantidade de água. Não vai adiantar nada você sair em busca de água e não ter como transportar até sua família, um carrinho de mão, ou de feira adaptado vai facilitar sua vida.

5. RACIONE, e é isso mesmo, o racionamento doméstico vai garantir que seus estoques durem até a próxima remessa de água que vai receber.

  1. Verifique todo seu sistema doméstico de hidráulica, um vazamento em épocas de racionamento é um tiro no pé.
  2. Se você mora em uma casa estude formas de armazenar volumes maiores de agua, como a construção de cisternas e até de piscinas. Como sabemos que o tempo e a grana nem sempre ajudam, invista em infláveis/desmontáveis. Uma piscina inflável é barata e vai se adaptar ao seu espaço e bolso, há opções de 100 até 10.000 litros no mercado brasileiro, informe-se.
  3. Quando calcular seu estoque de agua, não se esqueça de seus animais de criação e do mínimo necessário para suas plantas, se for preciso faça podas fora de época, com menos volume de folhas e galhos a árvore consome menos.
  4. Se tudo apertar demais, literalmente, use sacos e sacolas plásticas resistentes para acomodar os dejetos sólidos de banheiro, se você tem um cachorro já sabe como isso funciona. Infelizmente em épocas extremas, ações extremas, se você tem pouco não pode mandar isso esgoto abaixo como faz em épocas de fartura.
  5. Peça ajuda se estiver em situações sérias, o governo não se importa muito se você ou seus filhos vão morrer de desidratação, tanto que permite que as Cias de distribuição cortem seu suprimento caso não pague o boleto mensal e assiste passivo o massacre gerado pela falta de agua no sertão a décadas, busque vizinhos e parentes e SEMPRE reserve o mínimo para consumo.

É isso, espero que estas dicas sirvam para ajudar no armazenamento. Se tiver mais dicas de gestão de água em épocas de escassez, deixe nos comentários.

 

Por Pedro Silva, editor assistente do blog.

 

 

Esgoto a céu aberto prejudica moradores do Sítio do Meio, em Vitória


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Foto montagem: Pedro Silva / A Voz da Vitória.

Moradores da Rua Fernando Carneiro da Silva, no Bairro Sítio do Meio, em Vitória de Santo Antão, Zona da Mata do Estado, relatam que há mais de uma semana, um esgoto escorre a céu aberto causando transtornos a todos os residentes naquela localidade.

O esgoto exposto no meio da rua, tem trazido doenças e intenso mau cheiro, conforme denúncia enviada pelo WhatsApp do A Voz da Vitória – (81) 9992-9364. A comunidade deseja que algo seja resolvido de imediato por parte do órgão público responsável, evitando que o problema se agrave com a chegada das chuvas e os dejetos tomem conta de fato de toda artéria.

 

 

Os riscos de um esgoto a céu aberto


esgoto_1O acesso à água potável e ao saneamento básico é reconhecido como um direito do ser humano pela Organização das Nações Unidas (ONU). A declaração é de que existe “o direito a uma água potável, limpa e de qualidade e a instalações sanitárias é um direito humano, indispensável para gozar plenamente do direito à vida”.

Mesmo assim, indivíduos continuam a conviver sem acesso a água potável e sem instalações sanitárias adequadas. Visto que o serviço de tratamento de esgoto é imprescindível para a qualidade de vida para todos os níveis da sociedade, o poder público deveria priorizar resolver esses problemas no bairro da Ronda.

É precipitado dizer que somente a população que mora perto do esgoto a céu aberto sofre com este tipo de problema, quando na verdade, toda a sociedade fica exposta aos efeitos toxicológicos que o esgoto não tratado pode causar.

Através do vento, da chuva ou da própria evaporação, as substâncias tóxicas presentes no esgoto podem contaminar outras localidades da região. Além disso, propicia o desenvolvimento de problemas como dores de cabeça, musculares, febres, bem como, doenças mais graves, como leptospirose e hepatite A.

Cabe a sociedade estar atenta aos efeitos que o esgoto a céu aberto pode causar, tanto para quem convive diariamente com esse problema, tanto para quem não consegue ‘ver’ esse inimigo invisível todo dia.

O ideal seria a sociedade se unir e cobrar das autoridades a garantia de estação de tratamento de esgoto adequada a todas as camadas da população.

Portal Comunitário

 

 

TJPE inaugura Núcleo de Conciliação para solucionar queixas de clientes da Compesa


(A coordenadora da Central dos Juizados Especiais, juíza Ana Luiza Câmara, recebeu o diretor-presidente da Compesa, Roberto Tavares, para a inauguração do serviço)

(A coordenadora da Central dos Juizados Especiais, juíza Ana Luiza Câmara, recebeu o diretor-presidente da Compesa, Roberto Tavares, para a inauguração do serviço)

O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) passou a contar com um núcleo de conciliação pré-processual voltado para promover acordos entre a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e a população. A parceria foi firmada nesta quarta-feira (8/4), na Central dos Juizados Especiais, no bairro da Imbiribeira, Recife, onde a unidade foi instalada. No local, os cidadãos poderão resolver suas demandas com a Companhia sem necessidade de abrir processo judicial.

A Compesa é o segundo maior demandante nos Juizados Especiais do Estado, atrás apenas da Celpe. Somente em 2014, houve 2.635 demandas relativas à empresa. Agora, tanto Compesa quanto Celpe contam com serviço de conciliação pré-processual para agilizar a resolução de reclamações. Consumidores que tiverem queixas a respeito dos serviços de água e esgoto podem procurar o núcleo da Compesa, que funcionará de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30, na Sala 8 da Central dos Juizados.

O novo núcleo foi inaugurado pela coordenadora dos Juizados Especiais do TJPE, juíza Ana Luiza Câmara, e pelo diretor-presidente da Compesa, Roberto Tavares. “Esses núcleos de conciliação pré-processual são instalados a partir do levantamento do número de demandas das empresas. O objetivo é promover uma solução mais rápida e eficiente dos litígios. O cidadão sairá daqui com sua questão resolvida imediatamente. E caso não obtenha satisfação no acordo, poderá acionar os Juizados ou a Justiça Comum pela via processual”, explica a juíza Ana Luíza Câmara.

Para Roberto Tavares, o convênio firmado com o TJPE é bastante positivo para a Compesa. “Entendemos que a instalação desse núcleo vai melhorar a relação com os nossos clientes, propiciando acordos, além de economia de tempo e custos. Será eficiente para os clientes, para a Compesa e para o Tribunal de Justiça”, afirma. Este é o segundo núcleo de conciliação pré-processual de grandes demandantes instalado na gestão do atual presidente do Tribunal, desembargador Frederico Neves. Em outubro de 2014, um convênio foi firmado com a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe).

Com informações da Assessoria. 

 

Abril, maio e junho com chuvas abaixo da média em Pernambuco


(Foto: Marcio Souza / A Voz da Vitória).

(Foto: Marcio Souza / A Voz da Vitória).

Diario de Pernambuco

Os próximos meses serão atípicos no interior de Pernambuco. De acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Climas (Apac), a previsão é de chuvas abaixo do normal no Sertão e no Agreste. Na Zona da Mata e Região Metropolitana, no entanto, as precipitações devem ficar dentro da normalidade. A previsão é válida para abril, maio e junho. Segundo os meteorologistas, abril será o mês com maior volume de chuva no Sertão do Pajeú e do Araripe. As precipitações estão associadas à Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), que está em sua posição mais ao sul, o que causa a redução na intensidade. A previsão para o trimestre é de 290,1 mm de chuvas no Sertão e de 249 mm no Sertão do São Francisco. No Agreste, a média deve ser de 302,5 mm. Na Zona da Mata, 593,1 mm. Na Região Metropolitana, pode passar dos 830,3 mm.

Os dados foram levantados durante a I Reunião de Análise e Previsão Climática para o Setor Leste do Nordeste do Brasil, que aconteceu em março. Foram consideradas as condições regionais da pluviometria ocorrida nos meses anteriores e os campos globais dos oceanos e da atmosfera do mês de fevereiro e na primeira quinzena do último mês.

No Bairro Maués, em Vitória, esgoto e fios caídos viram queixa de leitor


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(Fotos enviadas pelo WhatsApp do A Voz da Vitória 81 – 9992.9364)

Dois problemas foram denunciados por um leitor do Portal A Voz da Vitória no início desta semana. Fios caídos na calçada da Escola Senador João Cleofas de Oliveira, e um pouco mais abaixo, esgoto a céu aberto. Os dois problemas são no Bairro Maués, em Vitória de Santo Antão, Zona da Mata do Estado.

A denúncia foi feita através do WhatsApp para a nossa redação. Segundo o internauta, o mau cheiro insuportável já virou rotina para a comunidade. O problema já persiste há muito tempo, mas nenhum órgão tentou resolvê-lo. Enquanto isso, os moradores esperam providências governamentais. Enquanto aos fios, o leitor exige a presença da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) para ajustar a afiação.

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WhatsApp: Leitor reclama de buraco na subida da Rodoviária de Vitória


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(Foto: Reprodução / WhatsApp).

Um leitor do Portal A Voz da Vitória denuncia que há seis meses um buraco na subida da Rodoviária da Vitória de Santo Antão, incomoda quem passa pelo local. Segundo o internauta Sandro Braz, “além do mau cheiro há o risco de um acidente, devido à movimentação de pessoas que trafegam pela via afetada”.

Ainda segundo o autor da denúncia, várias reclamações foram feitas à Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e à Prefeitura de Vitória, mas os dois órgãos se abstêm da responsabilidade.  “Já foram feitas várias reclamações, mas um joga pro outro”, complementou Sandro. A “cratera” fica localizada no início do Bairro da Bela Vista. A sugestão de pauta foi enviada pelo WhatsApp do A Voz da Vitória – (81) 9992-9364.

 

 

Em Vitória, água só chega às torneiras num intervalo de 15 dias


(Foto: Marcio Souza / A Voz da Vitória).

(Foto: Marcio Souza / A Voz da Vitória).

Bairros,  a exemplo do Maúes, Lot. José de Lemos e Cajá, sofrem há mais de 20 dias sem abastecimento d’água. O descontrole no abastecimento voltou a se agravar após pressão social articulada em 2013, quando houve até audiência pública para tratar deste velho problema

A água potável está escassa no Bairro Maués, em Vitória de Santo Antão. A comunidade reclama da periodicidade em que o líquido é liberado para as torneiras. Segundo moradores da área, a distribuição ocorre num intervalo de 15 dias. Isso prejudica, por exemplo, quem não dispõe de grandes reservatórios para acumular e usar nos dias restantes.

Enquanto isso, mesmo sendo parte alta, o Bairro da Bela Vista goza dessa distribuição semanalmente. Uma internauta fez essa reclamação à nossa reportagem enviada pelo WhatsApp do A Voz da Vitória – (81) 9992-9364 e pede que a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), resolva o problema, que por sinal, é antigo.

No Loteamento José de Lemos a penúria por água é desalentadora. O leitor do Blog Odair Andrade quer ter uma sinalização ou um posicionamento da Compesa quanto ao abastecimento de água naquela localidade. “As contas estão chegando, mas água na torneira está mesmo que ouro”, ironizou.

Outro leitor do Blog, Paulo do Bairro do Cajá, também apela aos órgãos competentes para resolver a má distribuição do líquido, aproveitando para denunciar via WhatsApp do A Voz da Vitória - a falta d’água na parte alta da Comunidade, também a mais de 20 dias sem abastecimento. Ele lembra que o comércio de carros pipa é desenfreado e levanta dúvidas quanto ao interesse que envolve este comércio na cidade.

 

 

 

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