• Ceclin
dez 22, 2015 0 Comentário


Protesto em Primavera cobra obra decente de pavimentação da principal via

Protesto em Primavera 12-15Dezenas de moradores da cidade de Primavera, na Mata Sul, fizeram protesto na última segunda-feira (21) contra a Prefeita Naza Moura (PSB) na via principal que dar acesso ao Centro do Município. Com pedras e metralhas, os manifestantes bloquearam por algumas horas o trânsito, em protesto por conta dos buracos que imperam na Rua Prof. Guilherme Ramos, mais conhecida como Caracituba.

Durante o protesto, os moradores disseram discordar da forma que a Prefeita quer intervir na artéria enviando o trator, o qual foi impedido pela comunidade de terraplanar a rua. “A Prefeitura acha que a solução se dá com o passar da máquina e colocar barro com resto de metralha. Quando chove vira lama e quando faz sol é poeira constante”, relatou um leitor do Blog através do WhatsApp (81) 9 9992-9364. 

Os leitores do Blog em Primavera denunciam ainda que a cidade se encontra toda esburacada e cobram uma obra decente de pavimentação, inclusive desta principal via, evitando soluções paliativas, como supostamente pretende fazer a Secretaria Municipal de Obras. Eles também cobram o término das obras do Cais, às margens desta artéria, local do protesto.

SALÁRIOS - Uma leitora do Blog também denunciou através do WhatsApp o atraso no pagamento de salários em diversas categorias de servidores da Prefeitura de Primavera. Os atrasos chegam a quase três meses para dezenas de funcionários, sobretudo os contratados.

Maltrato Bois PrimaveraMAUS-TRATOS - Outra leitora do Blog em Primavera denuncia os maus-tratos com os Bois que são comercializados todos os Sábados na Feira Livre do Município. Dezenas deles aguardam para negociação no Bairro da Caracituba, sem qualquer assistência. “O bois ficam por longo período sem água e alimentação, agonizando no sol quente desde às 6h. da manhã até às 16h. Dá pena vê-los sofrer! Nós daqui da rua não aguentamos mais ver a situação destes animais”, lamenta.  Os moradores daquela área pedem que os órgãos fiscalizadores intervenham e regule esta comercialização.