• Ceclin
mar 16, 2018 0 Comentário


Privatizar a Chesf é doar patrimônio público e aumentar conta de luz, denuncia Laura Gomes

CHESF É PATRIMÔNIO PÚBLICO

Privatizar a Chesf é doar patrimônio público e aumentar conta de luz, denuncia Laura Gomes“Hoje é de R$ 9,00 o preço do megawatt/hora vendido pela CHESF. Mas o preço de mercado é de R$ 144. Isso mostra o interesse de grupos econômicos na privatização do Sistema Eletrobrás. Eles querem puxar o preço para cima, com base no “mercado” a fim de chegar ao lucro máximo possível. E a conta vai para a população, com aumento na conta de luz. Por isso somos contra a privatização da CHESF”, disse a deputada Laura Gomes, no ato de comemoração dos 70 anos da CHESF, do qual participou na manhã da quinta-feira (15/03), no auditório da concessionária, no Recife, convidada como líder da Bancada do PSB na ALEPE.

Além do provável aumento da conta de luz, a deputada elencou duas outras razões para a posição contra a privatização da CHESF: o controle das águas do Rio São Francisco por empresas particulares, que não priorizam o interesse público, e a entrega de um setor estratégico para o Brasil a grupos estrangeiros com implicações até na segurança nacional. “Por último, não vejo legitimidade num governo federal cujo líder é rejeitado pela esmagadora maioria da população brasileira e é alvo de suspeitas fundamentadas de conduta criminosa”, disse.

A socialista foi a responsável pela primeira audiência pública na Assembleia contra a privatização do Sistema Eletrobrás, e também participa da comissão coordenadora da Frente Parlamentar contra a Privatização da CHESF. Ela criticou a oposição a Paulo Câmara, que é favorável à alienação do setor elétrico brasileiro à iniciativa privada: “Não se entende como nordestinos, ou pernambucanos, ainda mais ligados à região do São Francisco, defendam a entrega de um patrimônio histórico do nosso povo a grupos que nada investiram aqui e que só visam o lucro, de preferência sem limites”, atacou Laura Gomes.

da Assessoria