• Ceclin
mar 21, 2019 0 Comentário


Polícia Civil executa cinco mandados de prisão durante operação ‘Ponto Quente’ em Vitória

Os detalhes preliminares da referida operação serão divulgados

Os detalhes preliminares desta operação serão divulgados ainda hoje. Fotos: Polícia Civil/Divulgação

A Secretaria de Defesa Social, através da Polícia Civil de Pernambuco, no âmbito do ‘Pacto Pela Vida’, desencadeou na manhã desta quinta-feira (21/03), a 22ª Operação de Repressão Qualificada nesse ano, denominada “Ponto Quente”, vinculada à Diretoria Integrada do Interior 1 – DINTER 1, sob a presidência do Delegado Marcos Maggi.

A investigação começou em maio de 2018, com objetivo de prender integrantes de organizações criminosas voltadas para a prática dos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, bem como organização criminosa.

No início desta manhã foram cumpridos cinco mandados de prisão expedidos pelo Juiz da Vara Criminal da Comarca de Vitória de Santo Antão. Durante a execução, foram empregados 50 Policiais Civis, entre Delegados, Agentes e Escrivães.

A Operação está sendo coordenada pela DINTER 1 e supervisionada diretamente pela Chefia de Polícia, através de sua Diretoria de Inteligência. Os detalhes preliminares da referida operação serão divulgados ainda hoje no prédio sede da 12ª DESEC, em Vitória.

DESDOBRAMENTOS

O grupo foi preso pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e formação de quadrilha. Entre os alvos, estão uma mulher e um cadeirante.

“O viés dessa organização criminosa é justamente o tráfico, além de alguns homicídios atribuídos a esse grupo. Cada um tinha uma função na quadrilha. O cadeirante fazia a distribuição da droga, vendendo na rua. O líder, Carlos Antônio, era o grande fornecedor, trazia a droga aqui para Vitória”, explica o delegado José Rivelino, diretor da Diretoria Integrada do Interior 1 (DINTER 1). Durante 10 meses, duas pessoas foram presas e 4 kg de maconha foram apreendidos. A Polícia suspeita que a organização criminosa tenha praticado ao menos 10 assassinatos. O chefe do grupo seria Carlos Maximiniano, conhecido como Inha.  A mulher, que não teve sua identidade revelada, agia distribuindo a droga e fazendo a contagem do dinheiro arrecadado pelo grupo. Ela será conduzida para a Colônia Penal Feminina do Recife.

A organização criminosa atuava em quatro bairros de Vitória de Santo Antão: Amparo, Treze, Centro e Mário Bezerra. Os presos foram levados para a Delegacia do município e depois seguiram para outras unidades prisionais.

Complexo Policial de Vitória PE