por Valdemiro Cruz
Quando você consome qualquer item disponibilizado no mercado, seja produto ou serviço você paga um preço onde está embutida uma série de custos que implicam na formação do preço final ao consumidor.
Além do custo de aquisição do produtor/serviço, o comerciante ou prestador de serviços agrega a incidência de taxas fiscais e outros custos legais, PIS, CONFINS e dependendo artigo uma taxação brutal de impostos, caso de bebidas e cigarro.
Não é exatamente esse o foco da questão, mas, é pertinente informar que pagamos também alguns custos que as empresas atualizam com frequência e o consumidor compulsoriamente banca essa conta ,sem questionar, sem sentir.
Quando uma empresa ou loja se moderniza, otimiza seu lay-out amplia suas instalações, coloca câmeras de segurança em todas as dependências e na fachada, instala ar condicionado central, isso gera um custo, exige mais funcionários e novos computadores, manutenção e controle. De onde virá grana para bancar essa modernidade?
Quando os vândalos depredam, orelhões e bancos de praças quebram bancas e quadros em sala de aula, quebram bacias sanitárias e caixas de descargas, portas de banheiro e até estragam livros os cadernos e o fardamento escolar distribuído, os impostos serão cobrados em taxas que proporcionem reposição dos estragos.
A atuação dessa galera ao final das festas públicas, das partidas de futebol, manifestações e reivindicações quebrando ou incendiando ônibus e viaturas, quebrando vitrines e saqueando lojas exige o reequipamento e treinamento de Polícia para enfrentar tumultos compra de artefatos e tudo que é utilizado para o enfrentamento da turba enfurecida. Tem custo elevado tudo isso, e quem paga essa conta?
Agora mesmo no próximo carnaval, você verá inúmeros blocos e troças desfilando sob o patrocínio de lojas e políticos, marcas e nomes estampados nos abadás e camisas tem custo financeiro, a divulgação não é graciosa, mas de onde sairá verba para tanto patrocínio. É bom pensar nisso com critério, a expansividade de patrocínio sem nenhuma dificuldade de retorno dos valores aplicados incentiva e encorajam o uso dessas prática que de forma indireta encarece os custos e consequentemente o preço.
por Valdemiro Cruz,
Colunista do Blog.







































val fica na seara relgiosa que é melhor.
Caiu a casa dos atastesisnes. Cooperativa serve para suas coisas. Pagar menos impostos ou tabelar o valor do serviço prestado. Ministerio Público vá investigar. Não podemos ficar dependendo dos valores que ai estão.
disse:Orlando,Mostre ao seu clinete a confiança que você tem em seu produto, antes de começar o seu dia faça uma lista das 3 principais qualidades e vantagens dos seus móveis frente à concorrência para tê-las em mente quando for conversar com seus clinetes. Confira das dicas de um especialista em vendas neste post: Obrigada por acompanhar o blog Pensando Grande!