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Faculdade Miguel Arraes: do pó ao pó




O que foi feito do projeto da Faculdade Miguel Arraes no Centro da Vitória, substituída por uma franquia de Cursos Profissionalizantes?
Vitória de Santo Antão já se estabelece como polo universitário da região, saindo fortalecido com o possível ingresso da Faculdade idealizada pela família Querálvares. O ex Prefeito e Vereador licenciado da Vitória, José Aglaílson (PSB) rompeu de vez com esta contribuição para a cidade, a partir do momento que não vai mais instalar a Faculdade no Centro do Município.
Afastado da Câmara de Vereadores para assumir um suposto cargo de Assessor no Palácio do Campo das Princesas, Aglaílson com esta iniciativa de não instalação da Faculdade passa a ideia de que não tem mais interesse com a Terra das Tabocas.
A Faculdade Miguel Arraes (FMA) em que ele tanto fazia gosto em divulgar nos seus meios de comunicação, atestando que a instituição de ensino superior seria para o filho do homem do campo, não passou de uma ilusão a estes jovens que tanto sonharam em um dia com a possibilidade de fazer um curso superior “a baixo custo”.

Em suas declarações o ex Prefeito José Aglailson sempre ressaltou que no início de janeiro de 2010 a Faculdade de Direito Miguel Arraes e diversos outros cursos de nível superior, entre os quais Pedagogia, Gestão em Cidades e Rádio e TV, entrariam na grade curricular da instituição.

O que foi tão alardeado na campanha política passada chegou a ser cantada em versos e prosas, sucumbiu antes mesmo de tomar forma.
A tão esperada e desejada Faculdade Miguel Arraes voltou ao pó mesmo antes do sopro de vida e foram fazer parte do legado de promessas vazias, juntamente com o Restaurante Popular e o Projeto da Sulanca com suas incontáveis máquinas de costura industrial, ambas abandonadas desde a gestão anterior.
Para a população da Vitória de Santo Antão resta agora estudar muito para tentar uma vaga no campus local da UFPE ou pagar mensalidades nas outras duas faculdades particulares do Município.

Como prêmio de consolação está sendo implantado no local que ia ser a FMA, um curso técnico de uma franquia chamada NIPOTEC.
Confira o site desta franquia http://www.gruponip.com.br/ , que está oferecendo cursos técnicos e profissionalizantes ao preço de suas mensalidades de R$ 60,00.

Parece que o vereador licenciado ao se afastar de seu cargo indo fazer parte do estaff estadual levou com ele alguns sonhos de emprego, formação acadêmica e o mínimo que o cidadão de poucos recursos poderia ter: alimentação a baixo custo.

por Emerson Lima.






Comentários

11 ideias sobre “Faculdade Miguel Arraes: do pó ao pó

  1. Tudo não passou de UTOPIO mais muitos dos que o arrudei ainda sonha ,mais o homem se alimenta de sonho ,pra chega ao topó é preciso subir o primeiro degrau ,ele já queria começa a faculdade tento um vulgo de FAMA .Lembro que anos atras o SBT teve um programa chamado FAMA que teve validade de Maionese.

  2. Na minha terra isso se chama PROPAGANDA ENGANOSA. Em um País sério no mínimo Aglailson e Cia estariam na cadeia.

  3. Agora o predio da antiga faculdade miguel arraes está com o grupo NIP que está se implantando em vitória com cursos tecnicos e proficionalizantes com preços acessiveis para a população de Vitória e Região.

  4. O povo quer urgência na aprovação do projeto Ficha Limpa.
    Vamos expulsar os políticos desonestos para sempre da política desse país.
    Basta de bandidagem e corrupção.

  5. FAMA tinha por objetivo leva cursos de graduação com custo menores que tem seu patrono o José Aglailson EX.PSB,aluga o prédio acabando sonho e ainda tem como inquelino o NIP que com sua indentifição azul e branca até lembra o PSDB que é o atual partido de Zé Aglailson e Zé Serra agora é 45.

  6. Nunca antes na história deste Pais vimos tantas trapalhadas de políticos que meramente visam o seu futuro nas urnas e fazem ou pensam em fazer os eleitores de otários.

    Ano passado vi por diversos municípios, outdoors divulgando por iniciativa de um deputado, uma lei estadual fora aprovada para que os usuários de bares e restaurantes não mais pagariam os 10% cobrados nas contas.

    Queria dizer a esses consumidores que a realidade é outra, ou esse deputado mentiu para o restante do Estado, ou os donos destes estabelecimentos não estão cumprindo essa lei.

    Pedro Araújo

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