• Ceclin
dez 21, 2017 0 Comentário


Estudantes da UFPE Vitória participam da produção de cerveja artesanal de jerimum

Turma realizou testes no Laboratório de Tecnologia de Alimentos. Foto: Divulgaçao

Turma realizou testes no Laboratório de Tecnologia de Alimentos. Foto: Divulgaçao

Disciplina é coordenada pelo professor Leandro Finkler, do Centro Acadêmico de Vitória

Uma cerveja de jerimum, produzida em parceria com a cervejaria artesanal PatLou, localizada em Vitória de Santo Antão, foi um dos produtos finais da disciplina de Tecnologia de Alimentos, do curso de Nutrição do Centro Acadêmico de Vitória (CAV) da UFPE. Agora há a tentativa de formalização da cerveja, que foi desenvolvida na PatLou, com a participação de três alunos da disciplina.

O grupo de estudantes que desenvolveu a cerveja com jerimum teve a oportunidade de vivenciar todo o processo nas instalações da cervejaria, o que fortalece ainda mais que a aprendizagem também pode ser empreendedora. Além da cerveja, foram desenvolvidos: massa, doce em massa, doce em calda, espetinho, pectina líquida, empanado, semente assada, óleo de semente, licor, pão, recheio para biscoito, “danoninho”, farinha, flocos, embutido, noisete em conserva, chá de raiz, picolé de extrato de raiz, casca desidratada e flor cristalizada, tudo com o jerimum como matéria-prima.

Coordenada pelo professor Leandro Finkler, em colaboração com a professora Zelyta Pinheiro de Faro, a disciplina é semestral. Todo semestre, é escolhida uma matéria-prima para ser trabalhada em laboratório. A escolha do jerimum se deu pelo baixo custo, fácil aquisição e facilidade de utilização. Os testes são realizados no Laboratório de Tecnologia de Alimentos do CAV. A exceção se deu no caso da cerveja, produzida na PatLou.

No ano passado, a matéria-prima escolhida foi a goiaba, seguindo também a ideia de acessibilidade e baixo custo. Essa já é a 20ª turma da disciplina, que contou com 31 alunos, e tem a proposta de unir ensino, pesquisa e extensão, além de fortalecer a capacidade empreendedora da aprendizagem. “Encontrar potencial produtivo para o que é produzido no interior está sendo a grande recompensa”, afirmou o professor Leandro Finkler.

Mais informações
Professor Leandro Finkler
leandro.finkler@gmail.com