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jul 21, 2017 0 Comentário


Cortês, Catende, Escada, Gameleira e Ribeirão decretam emergência por conta da chuva

Em Escada, as áreas mais atingidas foram o bairro do Viradouro e o a região do Centro.  Foto: Leo Motta/JC Imagem

Em Escada, as áreas mais atingidas foram o bairro do Viradouro e o a região do Centro.
Foto: Leo Motta/JC Imagem

Até o momento, não foi registrado óbito nem pedido de salvamento para os bombeiros 

Diante das fortes chuvas que atingiram os municípios pernambucanos, principalmente no Grande Recife e na Mata Sul, o Governo do Estado decretou Estado de Emergência em 27 cidades. Além disso, foram acionadas equipes da Operação Prontidão, para dar assistência aos sete mais afetados até agora: Ribeirão, Cortês, Gameleira, Catende, Ipojuca, Cabo de Santo Agostinho e Escada.

Até o momento, não foi registrado óbito nem pedido de salvamento para os bombeiros. Por nota, o Executivo afirmou que equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil estão nas áreas atingidas fazendo os atendimentos de emergência. “Os escritórios locais da Operação Prontidão também estão mobilizados e em campo para receber as demandas e enviar a ajuda humanitária. A prioridade é a retirada das famílias das áreas de risco de desabamento de barreira para serem levadas a abrigos das prefeituras.”, concluiu

Os municípios em estado de emergência são: Amaraji, Água Preta, Barra de Guabiraba, Belém de Maria, Catende, Cortês, Jaqueira, Maraial, Palmares, Ribeirão, Rio Formoso, São Benedito do Sul, Barreiros , Gameleira, Caruaru, Ipojuca, Joaquim Nabuco, Jurema, Lagoa dos Gatos, Primavera, Quipapá, Sirinhaém, Tamadaré, Xexéu, São José da Coroa Grande, Bonito e Escada.

Ruas alagadas
Em Escada, na Mata Sul, onde choveu 141 milímetros nas últimas 24h, de acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Climas (Apac), ruas do centro da cidade ficaram alagadas.

Os locais mais afetados foram o bairro do Viradouro, nas ruas Recanto e Alegria, onde alguns moradores saíram de suas casas para a Associação de Moradores do Município e, os que ficaram, tiveram que andar dentro d’água.

No Centro, a Avenida Samuel Campelo, a Rua Nova (conhecida como Rua da Lama) e uma área chamada Invação do Coqueiro, a população também enfrentou água. Na conhecida invasão, onde registrou maior quantidade de água, na manhã desta sexta (21) nenhuma casa estava ocupada. De acordo com vizinhos, os moradores saíram ainda na noite de quinta, com medo da chuva. A locomoção só pode ser feita ou com o uso de jangadas ou com água nos joelhos.

Apesar dos transtornos, o comércio da cidade e as áreas que não foram atingidas mantém o funcionamento relativamente normal.