• Ceclin
abr 29, 2016 0 Comentário


Atenção Prefeitura: Vala de esgoto passa por terreno particular e moradora implora por solução em Vitória

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Um descalabro para a ordem pública está ocorrendo com uma família desde o ano de 2013, quando a Prefeitura da Vitória de Santo Antão, Zona da Mata do Estado, resolveu pavimentar a Avenida José Celestino da Silva, em Barra de Santana, nas proximidades dos apartamentos do Programa Minha Casa, Minha Vida. A questão crucial é que todo dejeto do esgotamento sanitário e da água pluvial são escoados para um terreno particular, construído arbitrariamente pelo Poder Público local.

Como conta a proprietária que pediu não ser identificada: “Friso que este terreno é próprio, escriturado, pago um valor de IPTU absurdo, sem falar que há mais de 40 anos existia um açude pequeno neste local, onde criávamos peixes e liberávamos no período da Semana Santa para as pessoas carentes do bairro pescarem. Hoje o mesmo se mistura a dejetos, a água totalmente contaminada, além da fedentina e o fato dos peixes morrerem por falta de oxigenação, pois não tem por onde esta água escoar, deixando um verdadeiro esgoto a céu aberto dentro do terreno. Sem falar que quando chove, chega a entrar água nas casas dos vizinhos, ou seja, um erro grotesco da Prefeitura acompanhado do seu Secretário de Obras. Isso é crime ambiental e fere o patrimônio privado. Na época em que estavam iniciando as obras chegamos a falar com o secretário, quando o mesmo estando ciente da situação. foi ao local e afirmou que não iria permanecer daquele jeito, prometendo resolver o problema”, relata a denúncia direcionada ao Blog A Voz da Vitória.

Três anos se passaram e até o presente momento, a Prefeitura de Vitória não se responsabilizou pelo grave erro cometido. A denúncia já chegou as mãos do Ministério Público local. A proprietária deste terreno indaga o seguinte: “Fomos na prefeitura falar novamente com o secretário de Obras e através dele tentar falar com o gestor, porém  sem êxito, e segundo o secretário, o prefeito mandou nos informar que não teria verba para mexer no local. Como não se tem verba e estão construindo pontes e reformando praças? Estamos pagando IPTU para a Prefeitura fazer do terreno um depósito de [m….]?”, vaticinou.